Questões de Concurso
Sobre cena, plano e sequência em áudio e vídeo
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No que se refere à simbiose entre trilhas sonoras e a construção de significado em produções audiovisuais, qual alternativa melhor traduz o papel da música na experiência da narrativa?
É a técnica de edição mais adequada para criar um efeito de transição dinâmico e energético entre duas cenas:
Qual tipo de gelatina de efeito é utilizada para criar um efeito de simulação de fogo em uma cena?
É o tipo de projetos projetado para criar um feixe de luz concentrado com bordas nítidas, ideal para realçar detalhes e texturas:
As etapas que compõem a curva dramática clássica de um roteiro são
Esses recursos técnicos são:
Um exemplo de raccord de ação é
Em poucos quadros, um bom storyboard expressa uma progressão com início, meio e fim, evidenciando visualmente o percurso e os elementos da narrativa e indicando a(o)
I. acompanhar o movimento de alguém ou algo.
II. “revelar” um elemento da cena.
III. realizar um movimento puramente óptico gerando aproximação ou afastamento de um elemento da cena.
IV. fazer-nos ver a extensão de um elemento ou estabelecer uma relação entre dois elementos distantes espacialmente.
São corretas as afirmativas:
( ) Diz-se que uma ação iniciada em um plano cujo desfecho se dará em outro momento da narrativa é uma elipse.
( ) Fade out é o efeito de uma imagem surgindo.
( ) De acordo com o “Dicionário teórico e crítico de cinema”, de Jacques Aumont e Michel Marie, raccord é um tipo de montagem na qual as mudanças de planos são, tanto quanto possível, apagadas como tais, de maneira que o espectador possa concentrar toda a sua atenção na continuidade da narrativa visual.
( ) O plano-sequência consiste em uma sequência de planos cujo roteiro trata do mesmo assunto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Câmera subjetiva é aquela que assume o ponto de vista de uma personagem.
( ) Chama-se “panorâmica” a movimentação da câmera sobre seu eixo na horizontal.
( ) Chama-se tilt a movimentação da câmera sobre seu eixo na horizontal.
( ) Chama-se “câmera subjetiva” a segunda unidade de câmera utilizada em um set.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


Fonte: PIZZOTTI, Ricardo. Enciclopédia Básica de Mídia Eletrônica. 1ª edição. São Paulo: Senac-SP, 2003.
1. A apresentação. Todo audiovisual precisa ser apresentado, sem isso ele não cumpre a sua função.
2. Elaboração de um roteiro técnico em que descrevemos como as imagens e sons serão captados, estabelecemos as locações, ou seja, definimos os locais e também as horas do dia em que os registros serão realizados. Alguns roteiristas desenham as cenas. A isso chamamos storyboard.
3. O argumento, a forma como pensamos em desenvolver essa ideia, com começo, meio e fim.
4. A montagem, no caso do cinema, e a edição, no caso de imagens eletrônicas e digitais.
5. Realização da captação de imagens e sons, segundo descrito nos roteiros.
6. A sinopse, que é um breve resumo de um parágrafo ou pouco mais da ideia.
7. Decupagem. No caso de filmes feitos em película, ou seja, em tiras de celuloide, é feito um corte real, mas quando se trata de registros digitais, são feitas apenas marcações de tempo que auxiliarão nas próximas etapas.
8. Elaboração do roteiro literário. Nele descrevemos as sequências de imagens e sons que darão vida ao audiovisual.
9. Começamos sempre por uma ideia.
10. Finalização, quando são acrescentados outros elementos, como títulos e créditos.
O processo de realização audiovisual é dado pela seguinte sequência: