Questões de Concurso Comentadas sobre educação artística
Foram encontradas 8.269 questões
Sobre a história da Música, analise as assertivas abaixo:
I. A origem da música foi sensorial e vocal. A voz acaba sendo um gesto, e a arte musical veio das exclamações que o homem primitivo usou como sinais. II. Povos antigos de diversas partes do planeta desenvolveram instrumentos musicais com uma certa complexidade que perdura até hoje, a exemplo dos persas, chineses, egípcios e até mesmo dos sumérios, povos que viveram a 6.000 anos antes de Cristo em Ur (Mesopotâmia). III. Os poucos registros históricos que encontramos da música na antiguidade são apresentados em desenhos, escrita iconográfica, esculturas ou relatos bíblicos. Dos povos antigos, os que mais apresentam registros históricos são os Egípcios, que deixaram desenhos, afrescos e esculturas de instrumentos musicais e tocadores. IV. O judaismo teve papel preponderante na passagem do período conhecido como Idade Antiga para a Idade Média com a retomada do império romano por Constantino. A música neste período se apresentava apenas como um canto Monofônico. V. Guido d’Arezzo (992- 1050) troca as letras do alfabeto por sílabas de um hino a São João composto por Pablo Diácono: Utqueantlaxis (somente no século XVIII, o Ut seria trocado pela sílaba Dó por Jean Batista Doni); Ressonarefibris; Mira gestorumFamulituorum; SolvipopuliLabiireatum; SancteIoannes.
Está(ão) CORRETA(S):
( ) São características do movimento de arte moderna desenvolvido no Brasil: sentimento de nacionalismo; inspiração na estética europeia e a mescla estética do cubismo, expressionismo, fauvismo, surrealismo etc. ( ) O modernismo brasileiro foi uma imposição estética europeia. ( ) Anita Malfatti teve como principal inspiração, o expressionismo e o cubismo. ( ) Monteiro Lobato publicou uma crítica sobre a exposição modernista de Anita Malfatti, na qual ele apoiou a estética moderna por ser nacional e inovadora. ( ) A arte moderna brasileira nasceu em oposição à arte acadêmica, vigente no país desde a chegada da Missão Artística Francesa.
I- O professor de arte precisa de vivências de criação pessoal em arte que lhe propiciem a assimilação de conhecimentos técnicos para realizar a transposição didática nas situações de aprendizagem que envolvem o fazer, a apreciação e a reflexão sobre arte como produto cultural e histórico. II- O professor de arte precisa considerar questões expositivas como as de apresentação e exibição (display) difundidas pelas instituições (noções de ergonomia, trabalhos pendurados à altura do olho do observador, entre outras) para criar diferentes possibilidades de inserções para os trabalhos, tanto nos espaços expositivos, quanto em ações para além de museus e galerias. III- Refletir (e produzir) sobre propostas de ensino/aprendizagem que relacionem teoria e prática é relevante para conectar a subjetividade da prática docente e o próprio processo de formação docente, usando o espaço do ateliê híbrido como força motriz e cartografia como meio de metodologia ou caminho a ser percorrido como possibilidade de trabalho. IV- A formação do professor deve ser múltipla, e que será somente através de seu conhecimento e domínio das diferentes teorias do ensino das Artes Visuais que ele estará apto a bem desempenhar seu papel de gente cultural de mudança, bem como de propiciar ao nosso estudante toda a corrente de opção sobre a aprendizagem em artes que permitirão que eles se tornem o ser criativo, crítico e culturalmente atuante que todos desejamos.
I - Refletir sobre um modelo transformador, onde a prática avaliativa na escola preocupa-se mais com a autonomia e a formação sensível e crítica do educando. II - Distinguir-se do modelo que é mais classificatório, autoritário, controlador. III - Retomar as expectativas da época da livre expressão e espontaneísmo no ensino da arte. IV - Elaborar a avaliação a partir de modelos estabelecidos por outras áreas do conhecimento.