Questões de Concurso
Sobre tecnologia das construções em arquitetura
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Coluna 1:
A.Tinta acrílica. B.Tinta a óleo. C.Tinta látex PVA.
Coluna 2:
(__)Indicada para superfícies externas devido à sua resistência ao tempo.
(__)Adequada para detalhes artísticos e acabamentos em madeira.
(__)Recomendada para paredes internas e tetos, oferecendo uma limpeza fácil.
Assinale a alternativa cuja sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
I. Poço de luz é o espaço luminoso desprovido de cobertura, envolvido por uma ou mais superfícies de fechamento vertical compostas por muros ou fachadas de um ou mais edifícios, permitindo a entrada de luz natural e a ventilação natural em ambientes contíguos.
II. Cobogó é um exemplo de elemento de controle externo, composto por módulos vazados ou superfícies com perfurações, que cobre totalmente ou parcialmente um componente de passagem, permitindo a entrada de luz natural, radiação direta e ventilação natural.
III. Quebra-sol é o elemento externo à fachada, composto por superfícies opacas e reguláveis, que cobre totalmente a abertura, protegendo totalmente ou parcialmente o ambiente interno da radiação solar direta.
Quais estão corretas?
Devido ao diferencial de temperatura do solo, que na região em questão mantém-se constante, em torno dos 19 ºC, ocorrerá um processo de mudança do estado do vapor de água contido no ar, do estado gasoso para o estado líquido. Se parte dessa mudança de estado da água ocorrer dentro da massa de uma parede em contato com o solo, isso poderá causar efeitos permanentes sobre a durabilidade da parede e seus revestimentos e também sobre a salubridade do ambiente interno contíguo a essa parede. Foi defendida, então, solução de aplicação de proteção impermeável da superfície de paredes em contato com o solo, como forma de evitar o efeito descrito.
Essa mudança de estado da água é denominada
• trama estrutural de vigas, caibros, terças e ripas em madeira que servem de apoio às telhas, em madeira, com custo de R$ 100/m²;
• pontaletes de apoio à trama estrutural, com custo de R$ 50/m²;
• telhamento com telhas cerâmicas, com custo de R$ 60/m²;
• cumeeira cerâmica, inclusive emboçamento com argamassa, com custo de R$ 40/m.
As quantidades referentes à estrutura do telhado e ao telhamento serão medidas em metro quadrado de projeção horizontal, e a cumeeira, em metro linear. Calhas, rufos e outros elementos que interferirão com a cobertura estão orçados em outros itens da planilha orçamentária. Sobre o custo direto desse item incidirá BDI de 30%.
Nessas condições, o custo total, com BDI, do item descrito será de
As camadas de argamassa (A), aplicada sobre a laje, e (B), aplicada sobre a impermeabilização, têm como função, respectivamente,
Na NBR 15575, as partes da cobertura numeradas como 4, 6, 7, 9, 12 e 15 são designadas, respectivamente, como
No entanto, as diferenças entre o uso habitacional e o uso previsto para o edifício projetado implicam em revisões em alguns desses parâmetros. Para a determinação da VUP mínima, a metodologia preconizada pela referida norma incorpora três conceitos essenciais em caso de falha do desempenho do sistema ou elemento:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
De acordo com as legendas empregadas pela NBR 6492, as camadas I, II e III correspondem, respectivamente, a
Dentre as alternativas, tais resultados serão obtidos, respectivamente, com:
Os requisitos de (i) isolamento térmico e de (ii) inércia térmica correspondem, respectivamente, mais diretamente ao controle das variáveis
Tais soluções apresentam como vantagens e desvantagens, respectivamente,
A estrutura, formada por lajes planas maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção retangular, será executada em concreto armado moldado in loco. Por conta das cargas elevadas previstas devido a usos específicos das lâminas e das características do subsolo, que apresenta características homogêneas em termos de resultados de sondagens, foram definidas fundações profundas em estacas pré-moldadas.
As vigas longitudinais das lâminas (vigas do tipo A) são vigas transversais às lâminas (vigas do tipo B) serão biapoiadas, vencendo vão de 7,20 m, com balanços de 1,80 m nas faces voltadas para o entorno, sem balanços nas faces voltadas para o espaço entre as lâminas. Uma estrutura de 35 x 10 m, colocada logo acima do nível da cobertura das lâminas, ligando-as uma à outra, vence o vão de 35 m apoiada apenas em pilares incorporados às duas lâminas, sendo estruturada por vigas também isostáticas (vigas tipo C). Essa estrutura é formada por uma laje plana maciça estruturada por uma malha de três vigas longitudinais (as vigas tipo C) e por vigas transversais – nas bordas e mais duas em posições intermediárias ao longo do vão maior.
Na concepção estrutural, prevê-se que as vigas do tipo B sejam concretadas juntamente com os pilares que lhes dão apoio, sem necessidade de aparelhos de apoio. Já no caso das vigas do tipo C, o partido arquitetônico, inspirado em obras da arquitetura paulista, de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, propõe destacar volumetricamente a viga, minimizando, como volumetria, os pontos de apoio. Para isso, em um dos lados da estrutura, as vigas de tipo C serão apoiadas em aparelhos de apoio de neoprene, travados de modo a não permitir movimentação horizontal, apenas o giro, e, no outro apoio, em roletes que permitirão tanto o giro quanto a movimentação horizontal na direção do eixo da viga.
Tal diferença entre vigas do tipo B e vigas do tipo C, quanto à solução nos apoios, deve-se principalmente