Questões de Concurso Sobre tecnologia das construções em arquitetura

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Q3386712 Arquitetura
Nos termos da norma vigente para saídas de emergência em edifícios, marque a alternativa que corresponde ao conjunto de elementos de construção, com ou sem espaços vazios, compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior.
Alternativas
Q3385040 Arquitetura
Dado o contexto da seleção e aplicação de tintas, associe os tipos de tinta às suas respectivas características ou usos recomendados:
Coluna 1:
A.Tinta acrílica. B.Tinta a óleo. C.Tinta látex PVA.
Coluna 2:
(__)Indicada para superfícies externas devido à sua resistência ao tempo.
(__)Adequada para detalhes artísticos e acabamentos em madeira.
(__)Recomendada para paredes internas e tetos, oferecendo uma limpeza fácil.
Assinale a alternativa cuja sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
Alternativas
Q3356755 Arquitetura
Ainda segundo a NBR 9077, qual critério deve ser adotado para as escadas enclausuradas à prova de fumaça? 
Alternativas
Q3356747 Arquitetura
A impermeabilização excessiva do solo vem sendo um problema nas grandes cidades que agrava os efeitos da crise climática. Enchentes e inundações vêm ocorrendo com cada vez mais frequência e o escoamento da água é dificultado pelo excesso de pavimentação Dentre as alternativas para adaptação das cidades e recuperação das áreas permeáveis, está a utilização de pisos drenantes, que também são chamados pavimentos permeáveis. Assinale a alternativa, que corresponde corretamente a um piso drenante. 
Alternativas
Q3356161 Arquitetura
Porta, janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo, ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação. De acordo com a NBR 9077:2001, o trecho refere-se ao(à):
Alternativas
Q3356160 Arquitetura
De acordo com a NBR 15270-1:2023, a Figura 2 abaixo refere-se a qual tipo de bloco? 
Captura_de tela 2025-05-16 201651.png (298×253)
Alternativas
Q3356155 Arquitetura
O uso otimizado da luz natural em edificações pode contribuir significativamente para a redução do consumo de energia elétrica, melhoria do conforto visual, do bem-estar e da saúde dos ocupantes. Considerando a NBR 15215-1:2024, analise as assertivas abaixo:

I. Poço de luz é o espaço luminoso desprovido de cobertura, envolvido por uma ou mais superfícies de fechamento vertical compostas por muros ou fachadas de um ou mais edifícios, permitindo a entrada de luz natural e a ventilação natural em ambientes contíguos.
II. Cobogó é um exemplo de elemento de controle externo, composto por módulos vazados ou superfícies com perfurações, que cobre totalmente ou parcialmente um componente de passagem, permitindo a entrada de luz natural, radiação direta e ventilação natural.
III. Quebra-sol é o elemento externo à fachada, composto por superfícies opacas e reguláveis, que cobre totalmente a abertura, protegendo totalmente ou parcialmente o ambiente interno da radiação solar direta.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3344953 Arquitetura
Nos pavimentos drenantes, utilizados para conferir algum grau de permeabilidade a superfícies pavimentadas, o bloqueio ou redução dos vazios do elemento drenante devido ao acúmulo de material carreado pelas águas pluviais é denominado
Alternativas
Q3344786 Arquitetura
Na análise das condições climáticas a que estará submetida uma edificação, constatou-se que a região em que ela está inserida pode apresentar dias quentes – com temperaturas máximas da ordem de 35 ºC – e muito úmidos, no verão.
Devido ao diferencial de temperatura do solo, que na região em questão mantém-se constante, em torno dos 19 ºC, ocorrerá um processo de mudança do estado do vapor de água contido no ar, do estado gasoso para o estado líquido. Se parte dessa mudança de estado da água ocorrer dentro da massa de uma parede em contato com o solo, isso poderá causar efeitos permanentes sobre a durabilidade da parede e seus revestimentos e também sobre a salubridade do ambiente interno contíguo a essa parede. Foi defendida, então, solução de aplicação de proteção impermeável da superfície de paredes em contato com o solo, como forma de evitar o efeito descrito.
Essa mudança de estado da água é denominada
Alternativas
Q3344784 Arquitetura
Uma obra residencial apresenta cobertura em duas águas, com telhas cerâmicas, em toda a projeção da edificação do terreno, sendo a estrutura desse telhado formada por pontaletes apoiados em uma laje de forro, dimensionada adequadamente para receber essa carga. A área da projeção da cobertura sobre o terreno é de 80 m², e o comprimento da cumeeira é 10 m. O custo de um item de orçamento dessa obra que corresponde à cobertura com telhas é composto dos seguintes itens:

•  trama estrutural de vigas, caibros, terças e ripas em madeira que servem de apoio às telhas, em madeira, com custo de R$ 100/m²;
•  pontaletes de apoio à trama estrutural, com custo de R$ 50/m²;
•  telhamento com telhas cerâmicas, com custo de R$ 60/m²;
•  cumeeira cerâmica, inclusive emboçamento com argamassa, com custo de R$ 40/m.

As quantidades referentes à estrutura do telhado e ao telhamento serão medidas em metro quadrado de projeção horizontal, e a cumeeira, em metro linear. Calhas, rufos e outros elementos que interferirão com a cobertura estão orçados em outros itens da planilha orçamentária. Sobre o custo direto desse item incidirá BDI de 30%.

Nessas condições, o custo total, com BDI, do item descrito será de
Alternativas
Q3344783 Arquitetura
Considere a figura a seguir, na qual é representada, em corte, a solução de impermeabilização de uma laje em concreto armado, com a respectiva platibanda.

Imagem associada para resolução da questão

As camadas de argamassa (A), aplicada sobre a laje, e (B), aplicada sobre a impermeabilização, têm como função, respectivamente, 
Alternativas
Q3344782 Arquitetura
Em pequenas obras de edificações, construídas e geridas por meio de tecnologias convencionais, um instrumento utilizado para se garantir a verticalidade na execução de fôrmas de pilares e no assentamento de paredes em alvenaria e de estruturas em geral é o 
Alternativas
Q3344780 Arquitetura
Ambientes urbanos estão sujeitos a poluição do ar, chuva ácida e outros agentes agressivos na atmosfera. As normas de projeto e execução de estruturas em concreto armado determinam, nesses casos, tendo em vista garantir a durabilidade das estruturas, a necessidade de especificação adequada
Alternativas
Q3344621 Arquitetura
Considere a figura a seguir, extraída da NBR 15575.

Q37.png (349×174)

Na NBR 15575, as partes da cobertura numeradas como 4, 6, 7, 9, 12 e 15 são designadas, respectivamente, como 
Alternativas
Q3344618 Arquitetura
A Vida Útil de Projeto (VUP) de um projeto desenvolvido para uma universidade paulista será definida com base em recomendações da NBR 15575, conforme tabela a seguir.

Q34.png (328×181)

No entanto, as diferenças entre o uso habitacional e o uso previsto para o edifício projetado implicam em revisões em alguns desses parâmetros. Para a determinação da VUP mínima, a metodologia preconizada pela referida norma incorpora três conceitos essenciais em caso de falha do desempenho do sistema ou elemento:
Alternativas
Q3344617 Arquitetura
Em um projeto de arquitetura, a representação da seção de uma laje de piso entre pavimentos contém as camadas I, II e III, conforme legandas apresentadas no quadro a seguir.


Q33.png (348×254)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

De acordo com as legendas empregadas pela NBR 6492, as camadas I, II e III correspondem, respectivamente, a 
Alternativas
Q3344607 Arquitetura
Uma unidade de ensino e pesquisa, que abriga salas de aula e biblioteca, construída originalmente em vizinhança tranquila, passou a ser afetada por ruído urbano decorrente de alterações no sistema viário e no tráfego de veículos nas ruas do seu entorno. Em consequência, passaram a ser registrados, nos ambientes internos, níveis de ruído incompatíveis com os usos respectivos. Inspeção preliminar indica que as esquadrias apresentam desempenho em termos de estanqueidade correspondente ao nível mínimo prescrito pela normatização técnica aplicável. O diagnóstico acústico desses ambientes indicou a necessidade de tratamento ou substituição das esquadrias de modo a (i) evitar pontes acústicas e (ii) aumentar o isolamento acústico dos diferentes componentes dessas esquadrias.

Dentre as alternativas, tais resultados serão obtidos, respectivamente, com: 
Alternativas
Q3344604 Arquitetura
A definição dos materiais da envoltória de determinada edificação envolverá, entre outros aspectos, considerações quanto ao isolamento térmico de elementos de cobertura. Ao mesmo tempo, as simulações de balanço térmico dos ambientes construídos indicam ainda a conveniência de se trabalhar com a inércia térmica em paredes, dado que o local apresenta clima quente e seco.

Os requisitos de (i) isolamento térmico e de (ii) inércia térmica correspondem, respectivamente, mais diretamente ao controle das variáveis
Alternativas
Q3344603 Arquitetura
No projeto de um edifício destinado a unidade de ensino superior, cogita-se utilizar, em determinados espaços administrativos e em alguns laboratórios, situados no segundo e no terceiro pavimentos, soluções em piso elevado.

Tais soluções apresentam como vantagens e desvantagens, respectivamente,
Alternativas
Q3344599 Arquitetura
O projeto de um edifício de uso educacional, a ser executado em cidade do interior paulista, é formado por duas lâminas de dois pavimentos, térreo e superior, com 25 m de comprimento, paralelas entre si, situadas no mesmo plano, distando 35 m uma da outra.

A estrutura, formada por lajes planas maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção retangular, será executada em concreto armado moldado in loco. Por conta das cargas elevadas previstas devido a usos específicos das lâminas e das características do subsolo, que apresenta características homogêneas em termos de resultados de sondagens, foram definidas fundações profundas em estacas pré-moldadas.
As vigas longitudinais das lâminas (vigas do tipo A) são vigas transversais às lâminas (vigas do tipo B) serão biapoiadas, vencendo vão de 7,20 m, com balanços de 1,80 m nas faces voltadas para o entorno, sem balanços nas faces voltadas para o espaço entre as lâminas. Uma estrutura de 35 x 10 m, colocada logo acima do nível da cobertura das lâminas, ligando-as uma à outra, vence o vão de 35 m apoiada apenas em pilares incorporados às duas lâminas, sendo estruturada por vigas também isostáticas (vigas tipo C). Essa estrutura é formada por uma laje plana maciça estruturada por uma malha de três vigas longitudinais (as vigas tipo C) e por vigas transversais – nas bordas e mais duas em posições intermediárias ao longo do vão maior.

Na concepção estrutural, prevê-se que as vigas do tipo B sejam concretadas juntamente com os pilares que lhes dão apoio, sem necessidade de aparelhos de apoio. Já no caso das vigas do tipo C, o partido arquitetônico, inspirado em obras da arquitetura paulista, de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, propõe destacar volumetricamente a viga, minimizando, como volumetria, os pontos de apoio. Para isso, em um dos lados da estrutura, as vigas de tipo C serão apoiadas em aparelhos de apoio de neoprene, travados de modo a não permitir movimentação horizontal, apenas o giro, e, no outro apoio, em roletes que permitirão tanto o giro quanto a movimentação horizontal na direção do eixo da viga.

Tal diferença entre vigas do tipo B e vigas do tipo C, quanto à solução nos apoios, deve-se principalmente
Alternativas
Respostas
341: E
342: E
343: A
344: D
345: A
346: B
347: D
348: C
349: D
350: C
351: E
352: B
353: C
354: C
355: C
356: D
357: C
358: E
359: E
360: C