Questões de Concurso Sobre paisagismo urbano em arquitetura

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Q4136650 Arquitetura
Leia o texto a seguir.

O arquiteto e paisagista chinês Kongjian Yu, de 62 anos, considerado um dos maiores arquitetos do mundo, foi uma das quatro vítimas de um acidente aéreo no Pantanal de Mato Grosso do Sul, na noite desta terça-feira (23/09/2025). O especialista constantemente alertava sobre os riscos de mudanças climáticas ao redor do mundo, explorava princípios ecológicos e métodos de paisagismo em suas criações.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/centro-oeste/ms/saiba quem-era-kongjian-yu-arquiteto-chines-morto-em-queda-de-aviao/. Acesso em: 19 nov. 2025. [Adaptado].

Kongjian Yu, que estava no Pantanal gravando um documentário, após participar da Bienal de São Paulo, estabeleceu uma abordagem inovadora focada na ecologia, denominada de 
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Q4117843 Arquitetura
Grande parte das malhas urbanas brasileiras foi implantada sem o devido planejamento para a arborização viária, o que resulta, frequentemente, em calçadas com dimensões insuficientes para o adequado desenvolvimento das árvores, comprometendo seu crescimento até a fase adulta. De acordo com a ABNT NBR 16636-4:2023, que orienta o planejamento e o desenvolvimento de projetos de arquitetura paisagística, as calçadas urbanas apresentam três faixas de uso claramente definidas, conforme ilustrado na figura a seguir: (1) faixa de acesso; (2) faixa livre; e (3) faixa para arborização.

Imagem associada para resolução da questão


Figura: Calçada urbana − Faixas de uso. Editado a partir da ABNT NBR 16636-4:2023.
Com base nos parâmetros recomendados pela norma, assinale a alternativa que indica corretamente a largura mínima da faixa destinada à arborização, indicada na figura pelo número 3 (três):
Alternativas
Q4063736 Arquitetura
No desenvolvimento de projetos paisagísticos urbanos, a definição das espécies vegetais é uma etapa que exige análise de diferentes condicionantes do local e dos efeitos pretendidos no espaço urbano.
Com base nesse tema, analise as afirmativas abaixo.
1. A escolha das espécies deve considerar as condições climáticas e ambientais do local.
2. O porte das espécies vegetais deve ser compatível com o espaço disponível e com as características do local de implantação.
3. A seleção de espécies pode contribuir para o conforto ambiental e para a melhoria da qualidade urbana.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q4060922 Arquitetura
O planejamento das cidades contemporâneas busca integrar o desenho urbano com soluções que mitiguem as ilhas de calor e melhorem a drenagem. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O urbanismo tático utiliza intervenções temporárias e de baixo custo para testar mudanças no desenho das vias antes da implementação definitiva de projetos permanentes.
(__)A arborização urbana em calçadas estreitas deve priorizar o uso de espécies de grande porte com raízes agressivas para garantir o sombreamento total do leito carroçável.
(__)Os jardins de chuva são infraestruturas verdes projetadas para reter e filtrar as águas pluviais, reduzindo a carga sobre o sistema de drenagem convencional da cidade.
(__)O zoneamento ambiental em áreas urbanas impede a criação de parques lineares, pois a legislação brasileira restringe a vegetação exclusivamente aos lotes privados residenciais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
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Q4060921 Arquitetura
A seleção de espécies vegetais para projetos de paisagismo urbano deve considerar as funções ecológicas e o comportamento fenológico das plantas. Em regiões de clima temperado ou com estações bem marcadas, o uso de plantas que perdem as folhas em determinadas épocas do ano é uma estratégia de projeto luminotécnico natural. Assinale a alternativa correta.
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Q4054991 Arquitetura
Acerca de sustentabilidade urbana, julgue o item subsequente.

A busca de formas urbanas mais favoráveis à otimização do ambiente e à sustentabilidade da malha urbana dispensa a análise do conjunto de geometrias urbanas, das dimensões variadas dos edifícios, bem como do espaçamento entre eles.
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Q4054989 Arquitetura
Acerca de sustentabilidade urbana, julgue o item subsequente.

A cidade que se pretende sustentável no tratamento do público requer o espaço público aberto, seguro e acolhedor, em uma hierarquia estruturada de passeios, trilhas e parques para proporcionar um extenso domínio público de uso comunitário comum. 
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Q4044517 Arquitetura
No desenvolvimento de projetos de arquitetura paisagística, a classificação volumétrica da vegetação, conforme a NBR 16636-4:2023, constitui um instrumento fundamental para a organização espacial e para o desempenho ambiental dos espaços livres. Considerando sua relação com o desenho urbano, assinale a alternativa INCORRETA. 
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Q3769381 Arquitetura
No que diz respeito ao Projeto de Urbanismo e Paisagismo, considere as afirmações abaixo e em seguida assinale a alternativa que indica quais são verdadeiras:

I. O Projeto de Paisagismo deve tirar partido dos corpos d’água existentes e da captação das águas provenientes da drenagem, pois elas podem constituir importante elemento projetual. Sua presença proporciona conforto aos usuários.
II. O plantio de árvores no Sistema Viário tem como função principal a melhora das condições ambientais e estéticas. Recomenda-se especificar espécies nativas com raízes não agressivas. As faces mais adequadas para a arborização são a norte e a oeste, desde que não conflitantes com postes da rede elétrica.
III. As forrações são usualmente utilizadas para proteger o solo de processos erosivos. São divididas em gramíneas e forrações propriamente ditas. Sua especificação deve considerar as características do solo e as condições de insolação.
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Q3648515 Arquitetura
Um exemplo de uso do princípio da proporção em paisagismo é a criação de um jardim com árvores altas ao fundo e arbustos menores na frente, criando uma sensação de profundidade. Nesse sentido, é adequado o plantio, no fundo, no meio e na frente, respectivamente, das plantas
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Q3508578 Arquitetura

A respeito do paisagismo no planejamento arquitetônico e conhecimentos correlatos, julgue o item seguinte. 


A ação integrada das composições arquitetônicas e vegetais visa harmonizar a tridimensionalidade na perspectiva dos espaços livres, sejam estes públicos ou privados, por meio da paginação de piso e de parede, dos enquadramentos, dos elementos decorativos e do mobiliário, por exemplo. 

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Q3508577 Arquitetura

A respeito do paisagismo no planejamento arquitetônico e conhecimentos correlatos, julgue o item seguinte. 


A técnica paisagística da domesticação da vegetação tem o objetivo de tornar um ambiente confortável, funcional e harmônico, de modo a sensibilizar os sentidos humanos e proporcionar melhores condições climáticas e ambientais para a cidade. 

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Q3508575 Arquitetura

A respeito do paisagismo no planejamento arquitetônico e conhecimentos correlatos, julgue o item seguinte. 


Espaços livres, por menores que sejam, poderão ostentar um valor estético, aprazível e funcional na perspectiva da composição paisagística. 

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Q3449142 Arquitetura
Na manutenção de um canteiro em uma praça pública, o servidor responsável realizou o corte de folhas secas, revolveu o solo ao redor das plantas e adicionou adubo orgânico. Esses procedimentos fazem parte de uma técnica básica de jardinagem conhecida como:
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Q3300121 Arquitetura
Leia o resumo a seguir, extraído de artigo científico nacional da área de Paisagismo e Arborização Urbana.

RESUMO

A arborização urbana proporciona diversos benefícios à população, entretanto necessita de um planejamento minucioso, sendo a manutenção e execução do plano de arborização responsabilidade das prefeituras municipais. Objetivou-se avaliar quali-quantitativamente a arborização urbana de três avenidas de Marabá – PA. Por meio de um censo foram avaliados 352 indivíduos de 24 espécies pertencentes a 15 famílias botânicas. Analisou-se o estado e equilíbrio geral das árvores e possíveis problemas fitossanitários. As famílias mais ricas em espécies encontradas nas 3 vias foram: Fabaceae, Anacardiaceae e Bignoniaceae. As espécies Licania tomentosa (benth) (nome popular Oiti), Ficus benjamina L. (nome popular Ficus, Ficus-Benjamin ou Figueira), Terminalia catappa L. (nomes populares Amendoeira, Chapéu de Sol ou Castanhola) e Clitoria fairchildiana R.A.Howard (nomes populares Palheteira ou Faveira) foram encontradas em todas as avenidas. A arborização das três avenidas foi composta por quase 50% de espécies exóticas. O índice de Odum variou de 1,24 a 3,09, demonstrando variação na diversidade de espécies utilizadas nas avenidas estudadas. Do total de indivíduos encontrados nas avenidas, 65,34% demonstraram um estado geral classificado como bom, entretanto 61,65% não apresentaram equilíbrio entre caule e copa, podendo indicar risco de tombamento. Somado a isso, 75% dos indivíduos analisados apresentaram pelo menos um tipo de problema fitossanitário, principalmente no caule. Os resultados expõem problemáticas na arborização local que poderiam ser evitados se houvesse planejamento e acompanhamento correto.

Palavras-chave: Ecossistema urbano; Composição florística; Floresta Urbana; Diversidade arbórea; Planejamento Urbano. 
Fonte: Lopes, Fernanda Santos; Cruz, Felipe Valente da; Wanzerley, Myriam Suelen da Silva; Rodrigues, Julia Isabella de Matos; Barros, Welton dos Santos; Martins, Walmer Bruno Rocha. DIAGNÓSTICO QUALI-QUANTITATIVO DA ARBORIZAÇÃO DE TRÊS AVENIDAS DE MARABÁ - PARÁ, BRASIL. REVSBAU (Revista Brasileira de Arborização Urbana; Sociedade Brasileira de Arborização Urbana), Curitiba – PR, v.16, n.3, p. 63-75, 2021. (Obs.: As indicações de nomes populares de espécies arbóreas e grifos ao texto são acréscimos da elaboração da prova.

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Figura 16 Área de estudo do artigo sobre arborização urbana em Marabá, com indicação de avenidas estudadas. Fonte: [Lopes, Fernanda Santos; Cruz, Felipe Valente da; Wanzerley, Myriam Suelen da Silva; Rodrigues, Julia Isabella de Matos; Barros, Welton dos Santos; Martins, Walmer Bruno Rocha. DIAGNÓSTICO QUALIQUANTITATIVO DA ARBORIZAÇÃO DE TRÊS AVENIDAS DE MARABÁ - PARÁ, BRASIL. REVSBAU (Revista Brasileira de Arborização Urbana; Sociedade Brasileira de Arborização Urbana), Curitiba – PR, v.16, n.3, p. 63-75, 2021.]

Considerando aspectos do Paisagismo e da Arborização Urbana, e em atenção à delimitação das vias urbanas de Marabá estudadas no artigo (ilustradas acima), é correto afirmar que
Alternativas
Q3300120 Arquitetura
As ilustrações a seguir exibem aspectos de uso e ocupação do solo urbano na cidade de Marabá-PA, especificamente nas imediações do distrito da Nova Marabá, destacando a quadra principal do Campus I da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Em termos paisagísticos e ambientais, podemos afirmar que o citado Campus I situa-se na microbacia hidrográfica urbana da Prainha do Rio Itacaiúnas, a 240 m da Rodovia Transamazônica e a 1 km do Rio Itacaiúnas, dentro da cidade de Marabá. Esta microbacia tem cotas altimétricas mais baixas nas proximidades do Rio Itacaiúnas (em torno de 85 metros acima do nível do mar) e mais altas nos sentidos opostos, como a Norte (110 metros), a Nordeste (105 metros) e a Noroeste (110 metros). A área desta microbacia pode ser dividida nas seguintes categorias:

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Mapa 1 Microbacia hidrográfica urbana da Prainha do Rio Itacaiúnas, imediações do distrito da Nova Marabá, em Marabá-PA. Poligonal do Campus I da Unifesspa, logradouros, hidrografia, classes de cobertura e uso da terra. Fontes: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Censo demográfico 2022. Rio de Janeiro: IBGE, 2022. Disponível em: . Acesso em 01 fev. 2025; IBGE. Bacias e divisões hidrográficas do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. Disponível em: < https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/informacoes-ambientais/31653-bacias-e-divisoes-hidrograficas-dobrasil.html>. Acesso em: 01 fev. 2025; INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). TOPODATA. 05S495SN. Imagem digital [formato GEOTIFF] 5400 x 3600 p., banda 1, coord. -49,5 / -5,0 SIRGAS 2000 UTM 22N; Landsat 8 OLI-TIRS. Disponível em: < https://www.dsr.inpe.br/topodata/ >. Acesso em: 01 fev. 2025; Landsat 8 OLI-TIRS. Imagem digital [formato GEOTIFF] (bandas 4 e 5), 7621 x 7771 p., 629385.0000000000000000,-523785.000000000000000, WGS 84 / UTM zona 22N. Disponível em: . Acesso em: <usgs.gov/earthexplorer>. Acesso em: 01 fev. 2025.

Do ponto de vista paisagístico e do planejamento ambiental, podemos dizer que
Alternativas
Q3265257 Arquitetura
As praças de D. Pedro II e Waldemar Henrique, ambas localizadas na cidade de Belém, apesar de apresentarem elementos complementares comuns como espelhos d´água, esculturas, sanitários e pontos de ônibus, diferenciam-se por seus traçados formais paisagísticos e por suas atividades.

A partir das plantas apresentadas a seguir, com levantamentos realizados entre 1996 e 2001, assinale a opção que identifique a categoria a que essas praças pertencem em relação às suas respectivas configurações espaciais.

Praça D. Pedro II

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PRAÇA Waldemar Henrique

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ROBBA, Fábio; MACEDO, Silvio Soares. Praças Brasileiras. São Paulo: EDUSP. Coleção QUATA, 9ª ed., 2010.
Alternativas
Q3261112 Arquitetura
O índice adotado pelas prefeituras municipais das cidades brasileiras que corresponde ao percentual mínimo de área do terreno a ser mantida descoberta, em terreno natural e dotada de vegetação e arborização, chama-se:
Alternativas
Q3238927 Arquitetura
A respeito da arborização urbana, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3238921 Arquitetura
A vegetação é o principal elemento de um jardim, uma vez que estrutura o espaço e propicia diferentes sensações. Pode-se selecionar a vegetação de acordo com a sua função na estruturação do espaço, uma vez que ela nos permite criar diferentes planos. Nesse sentido, assinalar a alternativa que se refere ao texto abaixo. 
Quando são cultivadas sobre pérgolas ou caramanchões, podem formar o plano de teto, proporcionando sombra e abrigo; quando crescem sobre muros ou cercas formam um plano vertical. Por outro lado, quando não são utilizados tutores, podem cobrir o solo, formando o plano de piso
Alternativas
Respostas
1: D
2: E
3: E
4: B
5: C
6: E
7: C
8: D
9: D
10: B
11: C
12: C
13: C
14: C
15: B
16: E
17: D
18: B
19: C
20: B