Questões de Concurso Comentadas sobre história da arquitetura e urbanismo em arquitetura

Foram encontradas 558 questões

Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: MPE-ES Prova: FGV - 2026 - MPE-ES - Agente Técnico - Arquiteto |
Q4219201 Arquitetura
Assinale a opção que apresenta, corretamente, as principais diferenças entre as diretrizes técnico-científicas de produção da cidade modernista e da cidade contemporânea.  
Alternativas
Q4218105 Arquitetura
A arquitetura, enquanto reflexo das transformações históricas, transita entre paradigmas formais e espaciais que dialogam com o contexto urbano e a organização social de cada época. A passagem do Barroco para o Neoclássico marcou uma alteração significativa nas intenções conceituais das construções e no modo como se estabeleceu a relação com o espaço público. Considerando a estética e a função urbana, assinale a alternativa que indica qual é a principal diferença na articulação entre o Barroco e o Neoclássico.
Alternativas
Q4179664 Arquitetura
A obra de Oscar Niemeyer representa um marco na consolidação da arquitetura moderna brasileira e na projeção internacional da produção arquitetônica nacional. Sobre a sua produção arquitetônica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4179655 Arquitetura
O movimento modernista brasileiro promoveu importantes transformações na arquitetura nacional durante o século XX. Entre suas características marcantes, destaca-se corretamente o(a):
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Q4051550 Arquitetura
Assinale a alternativa que apresenta características da arquitetura da Arte Gótica.
Alternativas
Q3988437 Arquitetura
A Igreja Matriz de São José de Ribamar constitui um dos principais marcos históricos e simbólicos do município de Aquiraz (CE). Sobre essa edificação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3917308 Arquitetura
Considere as duas frases a seguir:
“É preciso fazer cantar o ponto de apoio”
“Procuro o valor da força da gravidade, não pelos processos de fazer coisas fininhas, uma atrás das outras, de modo que o leve seja leve por ser leve. O que me encanta é usar formas pesadas e chegar perto da terra e, dialeticamente, negá-las”.
A primeira frase é atribuída pela crítica de arquitetura a
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Q3914161 Arquitetura
O Movimento Moderno não constituiu um bloco homogêneo, mas um campo de tensões teóricas e práticas. Autores como Le Corbusier, Mies van der Rohe e Walter Gropius compartilharam princípios gerais, mas divergiram quanto à relação entre técnica, forma e cidade. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que a arquitetura moderna se caracteriza, de modo geral, pela:
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Q3914160 Arquitetura
A arquitetura do Renascimento italiano consolidou um repertório formal baseado na reinterpretação dos tratados clássicos, especialmente os de Vitrúvio. Contudo, ao longo do século XVI, observa-se uma progressiva crise desse sistema normativo, resultando em soluções espaciais e compositivas que tensionam a lógica clássica sem abandoná-la completamente. Esse movimento, historicamente reconhecido como Maneirismo, manifesta-se, no campo arquitetônico, principalmente por meio da:
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Q3913742 Arquitetura
A arquitetura brasileira do século XX apresenta rupturas e continuidades em relação às matrizes coloniais e aos modelos internacionais.

Assinale a alternativa que corretamente caracteriza essa adaptação do modernismo à realidade brasileira.
Alternativas
Q3884502 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor."

De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
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Q3881657 Arquitetura
São poucos os conjuntos urbanos tombados na Região Norte do Brasil. Um deles é a Vila Serra do Navio no Amapá. A vila foi idealizada entre 1955 e 1960, para abrigar trabalhadores da mineradora Indústria e Comércio de Minérios (ICOMI) numa região de floresta amazônica. A concepção arquitetônica e urbanística buscou conciliar o clima, a vegetação e a realidade amazônica com os ideais modernos de planejamento e moradia coletiva.

O arquiteto responsável pelo projeto foi
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Q3881625 Arquitetura
O marco da chegada da arquitetura moderna no Brasil, o Edifício Gustavo Capanema, projetado como Ministério da Educação e Saúde, teve Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, entre outros, como autores e consultoria do arquiteto franco-suíço Le Corbusier.

Dos elementos constituintes do projeto listados a seguir, assinale o que é um dos pontos da arquitetura moderna formulados por Le Corbusier.
Alternativas
Q3881624 Arquitetura
Juscelino Kubitschek, presidente que promoveu a construção de Brasília, foi prefeito de Belo Horizonte entre 1940 e 1945. Durante a sua gestão, propiciou a construção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha.

O seguinte arquiteto foi contratado para a realização do projeto de construção desse conjunto que se tornou Patrimônio Mundial da Unesco:
Alternativas
Q3881623 Arquitetura
O centro histórico da cidade de São Luís se consolidou com um desenho urbano que é característico de cidades de colonização espanhola, marcado por um traçado: 
Alternativas
Q3881621 Arquitetura
Um arquiteto brasileiro que recebeu o Prêmio Pritzker, considerado o Oscar da Arquitetura, foi convidado a projetar um edifício para uma dessas exposições alemães, a INTERBAU 57 e a IBA 87.

Assinale a afirmativa correta a respeito da identificação desse arquiteto e da referida exposição. 
Alternativas
Q3881620 Arquitetura
Em Berlim, na Alemanha, duas exposições em escala natural marcam momentos importantes distintos da história da arquitetura e do urbanismo. A INTERBAU 57 reconstruiu parte de um bairro destruído durante a Segunda Guerra Mundial, redesenhando a paisagem urbana com amplos espaços verdes e edificações que observaram princípios desenvolvidos no entreguerras, em especial na BAUHAUS e na Carta de Atenas, resultante do IV CIAM (IV Congresso Internacional de Arquitetura Moderna). Por sua vez, depois de movimentos populares que rejeitavam o paradigma anterior, a IBA 87 promoveu a produção de moradia pela reconstituição do tecido urbano da cidade tradicional. Não só terrenos vazios receberam construções projetadas por arquitetos internacionais renomados, como edificações que estavam abandonadas ou ocupadas foram restauradas.

Essas duas exposições alemães – a INTERBAU 57 e a IBA 87 - podem ser classificadas, respectivamente, como
Alternativas
Q3846920 Arquitetura
Assinale a alternativa que apresenta um grande nome – seguido de sua obra – das arquiteturas modernista e contemporânea, respectivamente:
Alternativas
Q3843965 Arquitetura
Sobre movimentos arquitetônicos que influenciaram a produção contemporânea, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836643 Arquitetura
A arquitetura de museus no Brasil teve um momento disruptivo com o projeto de Lina Bo Bardi para o Museu de Arte de São Paulo (MASP). Assinale a alternativa que descreve corretamente o conceito expográfico original dos "cavaletes de vidro" e sua relação com a dessacralização da arte.
Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: C
4: C
5: B
6: B
7: D
8: C
9: C
10: A
11: D
12: D
13: E
14: E
15: C
16: D
17: C
18: B
19: D
20: B