Questões de Concurso
Sobre estilos arquitetônicos em arquitetura
Foram encontradas 211 questões
Analise o texto abaixo:
Assinale a alternativa que completa corretamente as
lacunas do texto.
O arquiteto italiano Antonio Landi, autor de projetos para igrejas e reformas de palácios em Manaus, foi o grande representante do período arquitetônico eclético na Amazônia
Considere:
1. Victor Dubrugas e Ramos de Azevedo (início do século XX, principalmente no estado de São Paulo).
2. Lúcio Costa, Afonso Reidy, Oscar Niemeyer, outros (meados do século XX, principalmente no Rio de Janeiro).
3. Le Corbusier, outros (início do século XX, Europa).
4. Raul Lino, outros (meados do século XX, Portugal).
I. A arte e arquitetura moderna expressam os ideais de socialização e de construção de um “Novo Mundo”.
II. Iniciativas modernas que atribuem caráter monumental em edifícios nacionais destacados.
III. Incorpora uma linguagem eclética, com utilização de elementos simbólicos derivados da arquitetura Greco-romana.
IV. Estilização tradicional, com elementos monumentalizantes de art-déco.
A correta correlação é

O pós-moderno em arquitetura refere-se às várias
manifestações de repúdio ao International Style. Já o filósofo
alemão Jürgen Habermas relaciona o conceito de pós-modernidade
a tendências políticas e culturais neoconservadoras.
Conceitualmente, a Piazza d’Itália, de Charles Moore, ilustrada na
figura I, é um exemplo convincente de ecletismo radical. O uso de
todas as cinco ordens clássicas exprime uma consciente referência
ao passado. Por sua vez, a Ópera de Sydney, de Jorn Utzon,
mostrada na figura II, é a obra prima do modernismo tardio. O
desenho visionário de Utzon foi uma negação de toda estética de
Mies van der Rohe que, em 1957, era uma referência do desenho
moderno. A espetacular liberação de Utzon da linearidade
cartesiana já indicava um modo de escape em relação ao
International Style.
Tendo como referência as informações acima, julgue o item que se segue, a respeito dos aspectos estéticos e culturais da arquitetura contemporânea.
A quebra de paradigmas da metade do século XX levou ao
estilo internacional e, consequentemente, ao pós-modernismo.
A Piazza d’Italia traduz radicalmente essa tendência ao adotar
as cinco ordens clássicas em suas fachadas.

O pós-moderno em arquitetura refere-se às várias
manifestações de repúdio ao International Style. Já o filósofo
alemão Jürgen Habermas relaciona o conceito de pós-modernidade
a tendências políticas e culturais neoconservadoras.
Conceitualmente, a Piazza d’Itália, de Charles Moore, ilustrada na
figura I, é um exemplo convincente de ecletismo radical. O uso de
todas as cinco ordens clássicas exprime uma consciente referência
ao passado. Por sua vez, a Ópera de Sydney, de Jorn Utzon,
mostrada na figura II, é a obra prima do modernismo tardio. O
desenho visionário de Utzon foi uma negação de toda estética de
Mies van der Rohe que, em 1957, era uma referência do desenho
moderno. A espetacular liberação de Utzon da linearidade
cartesiana já indicava um modo de escape em relação ao
International Style.
Tendo como referência as informações acima, julgue o item que se segue, a respeito dos aspectos estéticos e culturais da arquitetura contemporânea.
Segundo Habermas, o pós-moderno, uma reação às ideias
iluministas no modernismo, denota uma atitude
neoconservadora. Por outro lado, na arquitetura, a
racionalidade do desenho de Mies van der Rohe, com sua
linearidade cartesiana, incorpora o ideário iluminista.
O desenho auxiliado por computador é atualmente uma ferramenta essencial em muitos aspectos da arquitetura contemporânea, mas a natureza particular do desconstrutivismo faz o uso de computadores especialmente pertinente. Modelagem tridimensional e animação auxiliam na concepção de espaços muito complexos, enquanto a habilidade em relacionar modelos computacionais para fabricar gabaritos permite a produção em massa de elementos modulares sutilmente diferentes a preços acessíveis. A arquitetura desconstrutivista tem como principais seguidores os arquitetos Peter Eiseman, David Liebskind, Bernard Tschumi e Zaha Hadid.
A arquitetura pós-moderna de cunho histórico tem uma forte ligação com os espaços comerciais. Em alguns shoppings,sua expressão máxima, nota-se uma abordagem eclética euma clara referência ao passado histórico. Essa ligação,reforçada pela adoção do estilo por grandes empresas internacionais que buscavam uma nova imagem corporativa,fez que o pós-modernismo fosse associado à cultura do consumo, representando valores efêmeros.
O plano barroco de Aarão Reis para Belo Horizonte(1897) baseia-se na integração da malha ortogonal, definida pelas ruas, com a malha diagonal, definida pelas avenidas. Inspirado nas intervenções na Paris de Haussmann (1853-1859) e em exemplos de novas cidades capitais como Washington (1791), projetada por L’Enfant, o projeto perseguia, antes de tudo, o espaço amplo, a localização privilegiada dos edifícios públicos, e a monumentalidade, usando recursos como os efeitos de visibilidade, ou seja, os edifícios de maior importância deveriam ser construídos no cruzamento de grandes avenidas.

O plano piloto de Goiânia (1933), concebido pelo urbanista Attilio Corrêa Lima, representou, em termos de design, uma superposição de temporalidades, variando entre oneoclássico e os modelos progressista e culturalista do século XIX. Ao lado das tendências neoclássicas, o projeto de Goiânia possibilitou também a recuperação das garden cities, levando assim à criação de ambiências bucólicas que caracterizavam as unidades habitacionais. O plantio de árvores, aliado a uma arquitetura não monumental, principalmente dos prédios públicos, contribuiu para uma minimização de eficácia simbólica, reduzindo o efeito ótico do urbanismo de Versalhes (princípio classicista adotado inicialmente por Correia Lima).
