Questões de Concurso Comentadas sobre edificações em arquitetura

Foram encontradas 297 questões

Q2097038 Arquitetura
A superfície necessária por automóvel, incluindo as distribuições internas e descontadas as áreas de entrada e saída do estacionamento, será, aproximadamente, de 20 m² em estacionamento transversal, denominado tipo 1, e de 23 m² em estacionamento oblíquo, conhecido como de tipo 2.

E. Neufert. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo: Gustavo Gili do Brasil, 1976. (com adaptações)

Considerando o texto acima, julgue o próximo item.


Um estacionamento para 100 veículos deverá medir 23.000m², se for do tipo 2.

Alternativas
Q2097037 Arquitetura
A superfície necessária por automóvel, incluindo as distribuições internas e descontadas as áreas de entrada e saída do estacionamento, será, aproximadamente, de 20 m² em estacionamento transversal, denominado tipo 1, e de 23 m² em estacionamento oblíquo, conhecido como de tipo 2.

E. Neufert. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo: Gustavo Gili do Brasil, 1976. (com adaptações)

Considerando o texto acima, julgue o próximo item.


Um estacionamento para 500 veículos deverá medir 500 m × 200 m, se for do tipo 1. 

Alternativas
Q2097015 Arquitetura

Considerando que para que um arquiteto possa desenvolver um projeto de arquitetura e fazer o acompanhamento de obras é necessário o conhecimento dos termos que fazem parte da linguagem profissional, julgue o item a seguir.


Taxa de ocupação é o percentual que determina a superfície do lote ocupada pela projeção horizontal da edificação ao nível do solo.

Alternativas
Q2097014 Arquitetura

Considerando que para que um arquiteto possa desenvolver um projeto de arquitetura e fazer o acompanhamento de obras é necessário o conhecimento dos termos que fazem parte da linguagem profissional, julgue o item a seguir.


Coeficiente de aproveitamento é um índice que determina a área mínima de construção de uma edificação.

Alternativas
Q2097011 Arquitetura

Com relação ao uso de solo, julque o item abaixo.


Se, em uma zona residencial, o índice de ocupação aceitável é de 0,4 e um lote tiver uma superfície de 1.000,00 m², a área de uma casa térrea poderá atingir um valor máximo de 250,00 m².

Alternativas
Q2096980 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


Para garantir a individualidade, é necessária uma ampla fração de terreno, o que contribui para incrementar os custos de construção e de manutenção. 

Alternativas
Q2096979 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


A homogeneidade e monotonia das casas isoladas, alinhadas em ambos os lados da rua, refletem a harmonia entre os vizinhos.

Alternativas
Q2096977 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


As casas isoladas, localizadas em grandes terrenos, garantem a segurança de seus moradores.

Alternativas
Q2096976 Arquitetura

Para vencer um desnível de 2,4 m em dois lances, será construída uma rampa com 2,0 m de largura e um patamar também de 2,0 m. Nessa situação, essa rampa ocupará uma medida em planta


superior a 10,00 m, se for projetada com inclinação de 8%.

Alternativas
Q2096975 Arquitetura

Para vencer um desnível de 2,4 m em dois lances, será construída uma rampa com 2,0 m de largura e um patamar também de 2,0 m. Nessa situação, essa rampa ocupará uma medida em planta


superior a 26,00 m, se for projetada com inclinação de 10%.

Alternativas
Q2096974 Arquitetura
Uma rampa com 8% de inclinação, projetada para substituir uma escada que possui 20 espelhos de 17 cm e 19 pisos de 30 cm, terá o comprimento de 42,50 m.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347470 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Rota de fuga é conceito sinônimo e similar ao de rota acessível, definindo o trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347467 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou em espaço públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras deficiência ou com dificuldade de locomoção. Essas vagas deverão ser em número equivalente a dois por cento do total de vagas, devendo ser garantida, no mínimo, uma vaga, devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347465 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A definição de rota acessível nas soluções que visam a acessibilidade em edificações inscritas como patrimônio histórico e artístico, prevê percursos contínuos, de um modo geral, mas eventualmente descontínuos, de forma a considerar os casos em que a forma edificada tenha severas limitações quanto a ser tornada acessível à pessoas portadoras de deficiência.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347464 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


Há casos de edificações e espaços construídos inscritos no respectivo livro de tombo que são de difícil acesso a pessoas portadoras de deficiência e que devem esperar pela tecnologia mais adequada para que seu uso seja liberado para esse segmento de público. Nesses casos, o procedimento técnico recomendado pelas instruções normativas é de interdição do acesso, gradual ou total, assegurando-se o bem- estar do público formado pelas pessoas portadoras de deficiência.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347463 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A intervenção arquitetônica ou urbanística nas soluções para acessibilidade em edificações inscritas no respectivo livro de tombo deverá contar com o registro e a indicação da época de implantação do sistema integrado de elementos em acessibilidade, do tipo de tecnologia e de material utilizados, indicando, se possível, os fabricantes de cada elemento e suas especificações precisas.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: IPAD Órgão: CBTU
Q1184949 Arquitetura
O atendimento prioritário e o tratamento diferenciado às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida não abrangem de modo obrigatório e específico, conforme legislação brasileira atualizada em vigor, a seguinte condição:
Alternativas
Respostas
239: E
240: E
241: C
242: E
243: E
244: C
245: E
246: E
247: C
248: E
249: C
250: E
251: C
252: E
253: E
254: E
255: B