Questões de Concurso Comentadas sobre conforto ambiental em arquitetura

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Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Arquiteto e Urbanista |
Q3899721 Arquitetura
O tempo de reverberação é um dos principais parâmetros acústicos utilizados na avaliação da qualidade sonora de ambientes construídos, sendo especialmente relevante no projeto de salas de espetáculos, auditórios, teatros e salas de aula. Este parâmetro influencia diretamente a inteligibilidade da fala e a qualidade da música em espaços fechados. Considerando os conceitos estabelecidos pela ABNT NBR 12179:1992 (Tratamento acústico em recintos fechados) e pelos princípios de acústica arquitetônica, assinale a alternativa correta sobre o tempo de reverberação.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Arquiteto e Urbanista |
Q3899720 Arquitetura
A inércia térmica é uma propriedade dos materiais construtivos que influencia o desempenho térmico das edificações, determinando a capacidade de armazenar calor e a velocidade de resposta às variações de temperatura. O conhecimento das propriedades térmicas dos materiais e sua aplicação adequada conforme o clima local são fundamentais para o projeto de edificações termicamente eficientes. Considerando os conceitos de inércia térmica e pelos princípios de conforto térmico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Arquiteto e Urbanista |
Q3899718 Arquitetura
A avaliação adequada das condições de conforto térmico em ambientes construídos requer o conhecimento de diferentes variáveis térmicas que influenciam as trocas de calor entre o corpo humano e o ambiente. Entre essas variáveis, destacam-se a temperatura do ar, a temperatura radiante média e a temperatura operativa, cada uma com definição e aplicação específicas. Considerando os conceitos estabelecidos pela ABNT NBR 16401-2:2008 e pela ISO 7730, assinale a alternativa que apresenta a definição correta de uma dessas variáveis térmicas.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Arquiteto e Urbanista |
Q3899717 Arquitetura
O cálculo da vazão de ar para ventilação natural em edificações envolve diversos parâmetros físicos que caracterizam o comportamento do fluxo de ar através das aberturas. Conhecer adequadamente cada um desses parâmetros é fundamental para o dimensionamento correto das esquadrias e elementos de ventilação. Assinale a alternativa que apresenta a definição correta de um dos parâmetros utilizados no cálculo da ventilação natural cruzada. 
Alternativas
Q3884848 Arquitetura
Considere que você é arquiteto da SES/SC e precisa elaborar um projeto de um Estabelecimento de Saúde utilizando a tecnologia BIM (Building Information Modeling). Qual ferramenta dessa tecnologia você utilizaria para contribuir especificamente na elaboração de um projeto bioclimático?
Alternativas
Q3884828 Arquitetura
Um arquiteto da SES/SC precisa elaborar um projeto luminotécnico para adequações em um hospital. De acordo com a RDC nº 50/2002, em qual dos ambientes ele deve prever iluminação artificial especial no campo de trabalho? 
Alternativas
Q3884535 Arquitetura
A ventilação natural é uma estratégia bioclimática essencial para o conforto térmico e a qualidade do ar interno. Em regiões de clima quente e úmido, a remoção do calor acumulado e a renovação do ar são prioritárias. O "Efeito Chaminé" é um princípio físico utilizado para promover a circulação de ar verticalmente. Assinale a alternativa correta sobre o funcionamento desse mecanismo na arquitetura.
Alternativas
Q3884526 Arquitetura
O aproveitamento da luz natural reduz o consumo de energia elétrica e melhora o bem-estar dos usuários. No entanto, a incidência direta de luz solar sobre superfícies de trabalho pode causar ofuscamento e ganho térmico excessivo. Para controlar a luz natural em um grande escritório de planta profunda ("open plan"), qual estratégia arquitetônica é mais eficiente para redistribuir a luz para o fundo da sala? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3884524 Arquitetura
O projeto arquitetônico eficiente deve responder adequadamente à trajetória solar para minimizar o ganho térmico no verão e maximizá-lo no inverno (em climas temperados) ou controlar a insolação excessiva nos trópicos. Considerando uma edificação localizada em uma cidade brasileira na latitude 23°S (Trópico de Capricórnio), assinale a alternativa correta sobre as estratégias de proteção solar (brises).
Alternativas
Q3884503 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó."

Considerando o texto-base, é correto afirmar que o reaparecimento do cobogó na arquitetura contemporânea está relacionado principalmente:
Alternativas
Q3884502 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor."

De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
Alternativas
Q3881641 Arquitetura
A energia solar térmica é amplamente utilizada para aquecimento de água em residências, piscinas etc. O coletor solar térmico, um sistema bastante comum, capta a radiação solar e a transforma em calor, transferindo-o para a água armazenada.

Das etapas abaixo, assinale a que não faz parte do processo de funcionamento desse sistema.
Alternativas
Q3881638 Arquitetura
Avalie se os itens a seguir constituem estratégia passiva de conforto térmico em edificações implantadas em clima tropical ou equatorial:

I. Orientação solar adequada.
II. Ventilação natural.
III. Uso de vegetação para sombreamento.
IV. Uso de vidros espelhados e iluminação com teto de vidro.

Estão corretos os itens
Alternativas
Q3874290 Arquitetura
O diagrama solar é um instrumento de grande utilidade nas mãos de um arquiteto, pois fornece dados importantes do movimento aparente do Sol, em função do eixo Norte-Sul geográfico. De acordo com a obra Topografia para arquitetos/2003, os dados obtidos através do diagrama solar são o azimute solar e a altura solar. O que é o azimute solar? 
Alternativas
Q3867588 Arquitetura
Em relação ao desempenho acústico das edificações, assinale a única alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESGRANRIO Órgão: Caixa Prova: CESGRANRIO - 2026 - Caixa - Arquiteto |
Q3862566 Arquitetura

Um arquiteto foi contratado para elaborar um projeto de um espaço comercial com demanda constante por iluminação uniforme e estável ao longo do dia, tendo, como princípio, o aproveitamento das contribuições da iluminação natural para a eficiência energética e o conforto térmico na edificação. A principal solução adotada por ele consistiu em sistema de iluminação natural tubular que utilizasse refletores internos para direcionar a luz solar captada no telhado até o interior do edifício, iluminando os espaços com pouca ou nenhuma abertura para o exterior. Além de economizar energia elétrica ao maximizar a luz natural em áreas internas, consegue minimizar o ganho de calor, pois a maior parte da radiação infravermelha é filtrada antes que a luz atinja os ambientes internos.


Nesse caso, conclui-se que o arquiteto aplicou, em seu projeto, o sistema de

Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESGRANRIO Órgão: Caixa Prova: CESGRANRIO - 2026 - Caixa - Arquiteto |
Q3862563 Arquitetura

Projetos arquitetônicos devem apresentar soluções de design e estratégias de construção especificamente adaptadas para garantir o conforto ambiental em diferentes zonas climáticas.


Considerando-se o conforto ambiental das edificações nas regiões de clima quente e seco no Brasil, como na cidade de Brasília, onde a mínima (noturna) é de 15,4°C e a máxima (diurna) de 30,7°C, um projeto arquitetônico nessa região deverá

Alternativas
Q3862117 Arquitetura
De acordo com a ABNT NBR 15215-3:2024 — Iluminação natural — Parte 3: Procedimentos para avaliação da iluminação natural em ambientes internos, a avaliação da iluminação natural deve considerar fatores inter-relacionados que influenciam o desempenho luminoso do ambiente. À luz dessas diretrizes, analise as afirmativas a seguir:

I - A avaliação deve considerar não apenas a disponibilidade de luz natural ao longo do tempo, mas também a obstrução causada por elementos da esquadria (caixilho) e a transmitância dos materiais translúcidos utilizados.
II - A análise de proteção contra ofuscamento é restrita a ambientes de trabalho, não devendo ser aplicada a residências, edificações educacionais ou espaços destinados a cuidados com a saúde.
III - A norma orienta que, para ambientes de trabalho, é necessária a análise do risco de exposição excessiva à luz solar direta, a fim de evitar sobreaquecimento e desconforto visual sobre planos de tarefa.
IV - O acesso à luz natural deve ser considerado para fins de regulação adequada do ciclo circadiano, independentemente da tipologia de uso do edifício.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3862116 Arquitetura
A avaliação da disponibilidade de luz natural em ambientes internos envolve parâmetros associados às condições do entorno, às características das aberturas e aos materiais empregados, bem como às propriedades das superfícies internas. Considerando essas diretrizes, analise as afirmativas a seguir:

I - Para aberturas verticais com inclinação superior a 85°, recomenda-se a adoção de fator de depreciação por sujeira de 5%, enquanto aberturas horizontais ou com inclinação inferior a 20° devem adotar fator de 15%.
II - O cálculo da iluminância de luz natural no plano de referência deve ser realizado considerando todos os instantes de um ano completo, com resolução temporal mínima de uma hora.
III - Na ausência de dados suficientes sobre o ambiente externo, a norma admite o uso de suposições razoáveis, desde que devidamente justificadas.
IV - As refletâncias sugeridas para superfícies internas situam-se, em geral, no intervalo entre 0,2 e 0,9, a depender da superfície considerada, sendo admitidos desvios, desde que formalmente justificados.
V - A transmissão visível dos vidros deve ser modelada desconsiderando a contribuição das esquadrias (caixilharia), por ser irrelevante no cálculo da disponibilidade de luz natural.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3862111 Arquitetura
O Anexo A da ABNT NBR 10152:2017 estabelece um método objetivo para a avaliação da ocorrência de som tonal, fundamentado na comparação entre o nível de pressão sonora equivalente de uma banda de 1/3 de oitava e os níveis equivalentes das duas bandas adjacentes. Esse procedimento normativo adota limites diferenciados de excedência conforme a faixa de frequências centrais analisada, reconhecendo que a percepção de tonalidade varia ao longo do espectro acústico.
Considerando estritamente o método definido no Anexo A da norma, analise as afirmativas a seguir:

I - Para que uma banda seja classificada como tonal na faixa de frequências centrais entre 16 Hz e 125 Hz, o nível equivalente dessa banda deve exceder em pelo menos 15 dB os níveis equivalentes das duas bandas de 1/3 de oitava adjacentes.
II - Para as bandas de 1/3 de oitava com frequências centrais entre 160 Hz e 400 Hz, o critério normativo de identificação de tonalidade exige que o nível equivalente da banda de interesse exceda em, no mínimo, 8 dB os níveis das bandas adjacentes.
III - Para as frequências centrais compreendidas entre 500 Hz e 10000 Hz, considera-se tonal toda banda de 1/3 de oitava cujo nível de pressão sonora equivalente supere em pelo menos 5 dB o nível das duas bandas adjacentes.
IV - Quando o som tonal estiver distribuído em duas bandas de 1/3 de oitava simultaneamente ou posicionado entre bandas adjacentes, o Anexo A recomenda a substituição do método de comparação simples pela análise espectral por Transformada Rápida de Fourier (FFT).

Com base no disposto na ABNT NBR 10152:2017, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: A
24: D
25: A
26: D
27: C
28: C
29: A
30: D
31: D
32: D
33: A
34: C
35: B
36: C
37: E
38: B
39: E
40: C