Questões de Concurso
Comentadas sobre acessibilidade e desenho universal em arquitetura
Foram encontradas 1.571 questões
I. As bacias e assentos em sanitários acessíveis não podem ter abertura frontal;
II. As bacias e assentos sanitários acessíveis não podem ter abertura frontal e devem estar a uma altura entre 0,43 m e 0,45 m do piso acabado, medidas a partir da borda superior sem o assento. Com o assento, esta altura deve ser de no máximo 0,46 m para as bacias de adulto;
III. Para instalação de bacias sanitárias devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal.
Dos itens acima:
I. A faixa de serviço serve para acomodar o mobiliário, os canteiros, as árvores e os postes de iluminação ou sinalização.
II. Nas calçadas a serem construídas, recomenda-se reservar uma faixa de serviço com largura mínima de 0,60 m.
III. A faixa livre ou passeio destina-se exclusivamente à circulação de pedestres e deve ser livre de qualquer obstáculo.
IV. A faixa livre deve ter 1,20 de largura mínima e 2,10 de altura livre.
V. A faixa de acesso consiste em um espaço de passagem do logradouro para calçada e é nesse espaço que a guia pode ser rebaixada.
A inclinação transversal da superfície deve ser de até ___ para pisos internos e de até ___ para pisos externos. A inclinação longitudinal da superfície deve ser inferior a ___. Inclinações iguais ou superiores a ___ são consideradas rampas.
( ) A inclinação das rampas deve ser calculada conforme a seguinte equação: i=hx110/c. ( ) Para inclinação entre 6,25% e 8,33%, é recomendado criar áreas de descanso nos patamares, a cada 60m de percurso, excetuando-se desse requisito as rampas de plateia e palcos, piscinas e praias. ( ) Em reformas, quando esgotadas as possibilidades de soluções, podem ser utilizadas inclinações superiores a 8,33%, até́ 12,5%. ( ) Para rampas em curva, a inclinação máxima admissível é de 10%.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Prever acessibilidade nos projetos de qualquer cidade significa garantir o direito de ir e vir de todos os cidadãos sem nenhuma distinção. Esta garantia já faz parte dos inúmeros documentos nacionais e internacionais que preconizam uma melhor qualidade de vida para as pessoas, bem como a eliminação de barreiras urbanas, arquitetônicas, de transporte e de comunicação. Dentre estes preceitos legais, morais e éticos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, desde 1948, assumiu esta postura e foi seguida por Declarações Mundiais de Direitos dos diferentes grupos que compõem nossa população. A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, também teve esta preocupação, tendo sido seguida pelas Leis Federais, Estaduais e Municipais em nosso país. Pode-se dizer que o Brasil possui uma das mais avançadas legislações no tocante à garantia de direitos dos cidadãos e, num movimento mais recente, incorporou isto com relação à acessibilidade, considerando as amplas Leis Federais 10.048 e 10.098, regulamentadas através do Decreto nº 5.296, de 2 dezembro de 2004. É inadmissível que diferenças que fazem parte da humanidade sejam excluídas de suas mais elementares necessidades espaciais. Entende-se que o mito do homem-padrão não existe mais, fazendo-se necessário pensar no conjunto de habilidades físicas, sensoriais e mentais que constituem esta diversidade. O conceito acabou evoluindo para a filosofia do Desenho Universal que significa planejar produtos e ambientes para todos. A terminologia “Desenho Universal” veio da tradução do termo Universal Design, em que a palavra Design significa tanto o projeto de arquitetura quanto o desenho industrial e o produto. O Desenho Universal representa, assim, um planejamento de espaços e produtos que não exclua ninguém. Segundo a Associação de Normas Técnicas (ABNT), Desenho Universal é: “aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensórias da população”. Considerando os termos e as definições da NBR 9050, assinale a alternativa que expressa corretamente o termo acessibilidade.