Questões de Concurso Comentadas sobre introdução, ética e moral e orientações gerais em ética na administração pública

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Q1041478 Ética na Administração Pública
Exercer a cidadania é também agir com ética, assumindo a responsabilidade que advém de seus deveres enquanto cidadão inserido no convívio social. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma atitude de cidadania.
Alternativas
Q1041477 Ética na Administração Pública
A respeito dos princípios de ética e cidadania, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1039500 Ética na Administração Pública

No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.


O servidor, para que sua conduta seja considerada como imaculada, deverá decidir entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, o honesto e o desonesto.

Alternativas
Q1039499 Ética na Administração Pública

No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.


Define‐se a moral como um desdobramento da filosofia, cujos objetos de estudo são a ética, os diversos padrões públicos de conduta, suas razões e suas características.

Alternativas
Q1039498 Ética na Administração Pública

No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.


Com a finalidade de não contrariar os interesses do administrado, o servidor público poderá omitir, do interessado, a verdade.

Alternativas
Q1039497 Ética na Administração Pública

No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.


Em sua atuação, o servidor público, além de fazer a distinção entre o bem e o mal, deverá buscar o atingimento do bem comum.

Alternativas
Q1039496 Ética na Administração Pública

No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.


O conhecimento das normas éticas fará com que os agentes públicos definam suas condutas com a finalidade de atingir o interesse coletivo.

Alternativas
Q1039378 Ética na Administração Pública

              Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?

                                                                           Gabriel Alves – Folha de São Paulo

                                                                                                              28/2/2018, 8h07


      Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.

      Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.

      Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.

      E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.

      Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.

      No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.

Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.


O conhecimento da ética fornece ao homem critérios para escolha da melhor conduta, levando em consideração o interesse de toda a comunidade.

Alternativas
Q1039377 Ética na Administração Pública

              Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?

                                                                           Gabriel Alves – Folha de São Paulo

                                                                                                              28/2/2018, 8h07


      Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.

      Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.

      Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.

      E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.

      Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.

      No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.

Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.


Caso exista uma legislação brasileira que autorize o pagamento de voluntários para participarem de estudos, é correto afirmar que o conhecimento científico, sem interferência da ética, é suficiente para dizer que a prática realizada será ética, não sendo necessário análise crítica diante do agir.

Alternativas
Q1039376 Ética na Administração Pública

              Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?

                                                                           Gabriel Alves – Folha de São Paulo

                                                                                                              28/2/2018, 8h07


      Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.

      Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.

      Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.

      E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.

      Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.

      No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.

Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.


Comitês de ética podem avaliar os benefícios e os possíveis malefícios causados aos voluntários. Se o benefício para um paciente for maior que para toda a coletividade, o projeto merecerá aprovação e estará eticamente correto.

Alternativas
Q1039375 Ética na Administração Pública

              Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?

                                                                           Gabriel Alves – Folha de São Paulo

                                                                                                              28/2/2018, 8h07


      Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.

      Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.

      Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.

      E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.

      Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.

      No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.

Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.


Não é possível que a ciência e a ética prosperem em conjunto, devendo prevalecer a ciência, que visa ao bem do indivíduo, que poderá se beneficiar com a nova tecnologia.

Alternativas
Q1037860 Ética na Administração Pública

Quanto à ética no serviço público, julgue o item.


Dilemas são situações nas quais nos encontramos em que uma decisão deve ser tomada, mas nenhuma das alternativas que se apresentam como caminhos para a solução satisfaz nossas expectativas.

Alternativas
Q1037859 Ética na Administração Pública

Quanto à ética no serviço público, julgue o item.


Votar e ser votado, participar ativamente na elaboração das leis e exercer funções públicas são exemplos de direitos do cidadão no exercício da cidadania.

Alternativas
Q1037857 Ética na Administração Pública

Quanto à ética no serviço público, julgue o item.


É um dever do servidor público deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister.

Alternativas
Q1037856 Ética na Administração Pública

Quanto à ética no serviço público, julgue o item.


A ética pode ser definida como uma ligação jurídico‐política que o indivíduo tem com o Estado a que pertence e que lhe garante direitos e lhe impõe obrigações.

Alternativas
Q1037855 Ética na Administração Pública

Quanto à ética no serviço público, julgue o item.


O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem‐estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio.

Alternativas
Q1033280 Ética na Administração Pública

O conjunto de regras que uma sociedade estabelece para regular as relações entre as pessoas na busca pelo bem comum e pela felicidade, com base na justiça, é chamado de

Alternativas
Q1015335 Ética na Administração Pública
Considere as afirmações abaixo sobre à ética na prestação de serviços.
I. Honestidade enquanto ser humano e profissional. II. Atualização constante e contínua. III. Responsabilidade na execução de qualquer tarefa. IV. Iniciativa para solucionar as questões apresentadas. V. Subjetividade na execução do trabalho. VI. Eficácia ao fazer o trabalho. VII. Hiperatividade emocional nos relacionamentos pessoais.
Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q1014290 Ética na Administração Pública
Os princípios da ética pública devem ser positivos e capazes de atrair ao serviço público, pessoas capazes de desempenhar uma gestão voltada ao coletivo. Assinale a alternativa que apresenta um desses princípios.
Alternativas
Respostas
3641: A
3642: D
3643: C
3644: E
3645: E
3646: C
3647: C
3648: C
3649: E
3650: E
3651: E
3652: C
3653: C
3654: E
3655: E
3656: E
3657: C
3658: E
3659: E
3660: C