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Etapa de dinâmica de grupo em concursos públicos poderá vir na reforma administrativa

O ministro da Economia Paulo Guedes, em conjunto com a equipe da pasta, vem trabalhando a nova reforma administrativa do Estado, que é uma das pautas do Governo Federal.

Ambas as casas legislativas, Câmara e Senado, também já sinalizaram que a há projetos de lei visando às mudanças na estrutura da administração pública.

Na última terça-feira, 22 de outubro (2019), o jornal Folha de São Paulo publicou matéria apontando quais as principais mudanças que podem surgir da reforma.

É importante frisar que, a despeito das novas regras que poderão surgir, aqueles servidores que já fazem parte do quadro de pessoal do serviço público federal não devem ser atualizadas. Ou seja, a reforma administrativa valerá apenas para novos servidores.

O Governo acredita que "brigar" com servidores que têm direito adquirido seria desgasante e poderia trazer mais prejuízos que benefícios.

Veja algumas das regras que podem surgir na Reforma Administrativa

  • Etapa do concurso com dinâmicas de grupo.
  • Extinção da progressão automática por tempo de serviço;
  • Redução dos salários de entrada;
  • Regras mais rígidas de avaliação do desempenho;
  • Vínculo empregatício com o Estado;

Vejamos que há previsão de um amplo processo para ingresso no serviço público, que vai além da atual prova de conhecimentos.

Novas etapas

A etapa que chama bastante atenção é a dinâmica de grupo. Segundo deverá prever a reforma, o acesso para cargos de alto escalão (superiores) contará com um modelo mais moderno de acesso na escolha do profissional, com entrevistas e dinâmicas de grupo.

Conforme fontes do jornal, o Ministério da Fazenda se baseará num processo recente de contratação de diretores na pasta.

Porém, a reforma, ao longo dos anos, deverá levar a todos os cargos as novas etapas de contratação do pessoal, que vão além das provas de conhecimentos.

Qual regime jurídico será feito entre o Estado e seus profissionais?

A Folha indica, ainda, que o Regime Estatutário deverá ser alterado para os novos servidores, não chegando a ser o que é hoje, mas também não indo a padrão celestista.

Acredita-se em uma terceira via, ou seja, uma forma intermediária que poderá abarcar preceitos de um de outro modelo.

Professor Arthur Lima, do Direção Concursos, parceiros do QC emitiu opinião sobre o assunto. Veja abaixo:

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