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Como estudar para concursos de tribunais?

Olá concurseiros, tudo bem com vocês? Espero que sim. Eu sou o coach Maurício Sá, e hoje vamos falar um pouco sobre como estudar para concursos de tribunais.

Para ser mais específico, vou contar um pouco de como trabalhei na minha trajetória como candidato a uma vaga no serviço público em órgãos da Justiça pelo país.

O primeiro passo foi traçar um objetivo claro a ser alcançado. Desse modo, determinei que meu foco seriam Tribunais Regionais Federais, que, em síntese, costumam cobrar disciplinas muito similares em seus concursos.

E quais eram essas disciplinas?

Fazendo uma peneira dos últimos concursos aplicados na área, descobri quais são as disciplinas mais recorrentes. Veja abaixo:

  • Português;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Direito Civil;
  • Direito Processual Civil;
  • Direito Previdenciário;
  • Direito Tributário;
  • Regimentos internos (específico de cada órgão).

Além das citadas disciplinas, outras eram cobradas, esporadicamente em alguns concursos, outras não, tais como: informática, atualidades, ética, raciocínio lógico, administração geral e pública.

Posteriormente, o CNJ instituiu a disciplina de Direito das Pessoas com Deficiência como obrigatória em provas de tribunais.

Com o escopo formado, busquei ver qual órgão teria mais chances de ter edital publicado com mais rapidez.

Preparação para o concurso TRF 2

No meu caso, aquele que estava com edital muito próximo era o concurso do Tribunal Regional federal da 2ª Região (concurso TRF 2).

Com a informação em mãos, busquei separar o conteúdo que havia sido cobrado no último concurso, que teve edital publicado em 2011, com provas aplicadas em 2012.

Na prova para Técnico Judiciário da Área Administrativa, foram cobradas as seguintes disciplinas: Português, Raciocínio Lógico-Matemático, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Processual Civil e Direito Processual Penal.

Com seis disciplinas, montem meu planejamento com duas disciplinas por dia, além da revisão dos conteúdos estudados no dia anterior.

Dessa maneira, as seis disciplinas que eram objeto de estudo eram estudadas, cada uma delas, duas vezes por semana, e ainda sobrava um dia para revisão geral do que foi visto durante a semana.

Sendo assim, o trabalhou foi focado em três vieses: estudo teórico + revisão  questões e, para acelerar ainda mais meus estudos (com qualidade, obviamente) trabalhei as revisões através das próprias questões.

Ou seja, em vez de voltar nas marcações e fazer resumos, nos dias subsequentes aos estudos, fazia dezenas de novas questões, além de voltar naquelas que havia errado no dia anterior, e naquelas que, mesmo tendo acertado, tenha sido objeto de dúvidas na hora da resolução.

Com a publicação do edital TRF 2, além das disciplinas já esperadas, entraram algumas que já estavam no meu "radar". Foram elas:

  • Direito Penal;
  • Direito Tributário;
  • Direito Previdenciário.

A única disciplina que não era esperada, e acabou entrando, foi Sustentabilidade.

Mas naquela altura do campeonato, e já havia estudado toda a teoria das disciplinas previstas no edital anterior e somente tive que agregar quatro novas disciplinas até a prova, com dias específicos para revisões das matérias já vistas.

Preparação para o concurso TJ SP

Na sequência da prova do TRF 2, foi publicado o edital TJ SP (que não estava dentro do meu objetivo) mas que apareceu como uma excelente oportunidade.

A minha preparação para este concurso foi bem mais simples e fácil.

Muitas das disciplinas já haviam sido estudadas para a última prova, o que tornou o pós-edital quase que inteiramente focado em revisões e questões.

O concurso contou com as seguintes matérias:

  • Português;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Direito Processual Civil;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Atualidades;
  • Raciocínio Lógico-Matemático;
  • Direito das Pessoas com Deficiência;
  • Informática;
  • Normas da Corregedoria.

Perceba que, de todas as disciplinas, as únicas "novidades" para mim eram Informática, Normas da Corregedoria e Atualidades.

Dá para notar que, a cada prova feita, com o planejamento bem determinado, o estudo foi ficando muito simples e focado, basicamente, em questões e pouca teoria de novas disciplinas.

Preparação para outros concursos

Na sequência do concurso TJ SP, comecei uma preparação específica para concursos da Justiça Eleitoral e fiz a prova do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE BA), acertando 54 questões de 60 possíveis.

Logo em seguida à prova do TRE BA, fiz o concurso do TRF 1, com base, especificamente, nos conteúdos estudados para o TJ SP, o que me fez ficar entre os primeiros colocados (13º).

No concurso TRE TO, que veio logo após o concurso TRF 1, aconteceu o improvável: acredite se quiser, errei apenas uma (1) assertiva, mas não fui aprovado.

Aconteceu o que pode acontecer com qualquer candidato desatento: preenchi uma questão errada no gabarito (pulei a alternativa) e todas as outras foram prejudicadas.

Em linhas gerais, praticamente todas as provas que realizei após o TJ SP, eu consegui ter êxito, já que a preparação das provas anteriores me deu subsídio suficiente para tal.

E, com o planejamento bem feito, alguns concursos surgiram ao longo da preparação para outros certames, e eu pude "abraçar" a prova e ter bons resultados, como foi o caso do concurso STJ.


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