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    210 questões encontradas
    Ano: 2018
    Banca: DEPSEC
    Órgão: UNIFAP

    O senso comum pode representar a ideia de que os quadrinhos são a mera junção de imagens e palavras. Os elementos que abordamos até então mostram que não é só isso. É possível haver quadrinhos sem palavras, mas não sem imagens. Isso nos leva a crer que as palavras não são um recurso obrigatório nos quadrinhos, embora tenham desempenhado um papel importante no avanço dessa mídia: por meio dos balões de fala, recordatários e onomatopeias, as palavras ampliaram as possibilidades de recursos gráficos das histórias.


    (COSTA, Lucas Piter Alves. In Revista do SELL, v. 4, n. 1. Disponível em http://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/sell/article/vie wFile/412/610)




    No quadrinho acima, o humor é um dos efeitos da sequência das imagens. Nesse caso, é CORRETO afirmar que o efeito humorístico está no fato de:

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    Ano: 2018
    Banca: DEPSEC
    Órgão: UNIFAP
    Na linguagem oral e na escrita, a denotação é o emprego de uma palavra ou expressão em seu sentido próprio, restrito e impessoal. Já a conotação é a utilização de palavra ou expressão com um significado mais amplo, podendo ter vários sentidos, incluindo o valor literário. Assinale abaixo a alternativa que apresenta a ordem CORRETA de sentido denotativo e conotativo (respectivamente) para as palavras em destaque:

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    Ano: 2018
    Banca: DEPSEC
    Órgão: UNIFAP

    Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções. Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiúra mal se distingue da doença.

    Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.

    Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo "mercado" internacional – indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro. Alguns, mais sinceros, dizem que não querem "gordas", com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de "cabides de roupas".

    Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide. Um emaranhado de ignorâncias, covardias e  mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas. Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país. Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.

    O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são "as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto". É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.

    (Alcino Leite Neto; Vivian Whiteman, “Moda tem que parar de sacrificar modelos” in Folha de S. Paulo, 20/01/2010).


    No texto acima, os autores advogam sobre a necessidade de uma mudança de paradigma do mundo da moda, que inflige sobre as modelos um padrão que nem sempre é o mais humanizado. É CORRETO afirmar que o texto argumenta que:

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    04
    Q899905
    Ano: 2018
    Banca: DEPSEC
    Órgão: UNIFAP
    Assinale a alternativa CORRETA quanto à aplicação adequada da regência nominal:

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    Ano: 2018
    Banca: DEPSEC
    Órgão: UNIFAP
    Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação do processo de formação das palavras:

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