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    180 questões encontradas
    Ano: 2011
    Banca: FCC
    Órgão: TRE-TO
    Até alguns anos atrás, a palavra biodiversidade era
    quase incompreensível para a maioria das pessoas. Hoje, se
    ainda não chega a ser um tema que se discuta nos bares, vem
    se incorporando cada vez mais na sociedade em geral. Tudo
    indica que a variedade de espécies de plantas, animais e
    insetos de uma determinada área começa a ser uma
    preocupação geral ? a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano
    Internacional da Biodiversidade.
    Mas, ainda que seja um assunto cada vez mais popular,
    convencer governos e sociedades de que a biodiversidade tem
    importância fundamental para a espécie humana e para o
    próprio planeta é uma perspectiva remota. Afinal, a quantidade
    de espécies aparentemente não influencia a vida profissional,
    social e econômica de quem está mergulhado nas decisões
    mais prosaicas do dia a dia.
    Como diz Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da 10a
    Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade
    Biológica, o objetivo desse encontro é "desenvolver um novo
    plano estratégico para as próximas décadas, incluindo uma
    visão para 2050 e uma missão para a biodiversidade em 2020."
    Talvez seja um discurso um pouco vago devido à
    urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se
    um número tão grande de espécies ameaçadas. Diariamente,
    100 delas entram em processo de extinção e calcula-se que nos
    próximos 20 anos mais de 500 mil serão varridas definitivamente
    do globo. Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à
    intervenção humana.
    Nessas espécies encontra-se um vasto e generoso
    banco genético, cuja exploração ainda engatinha, capaz de
    fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas
    eminentes. Esse fato poderia constituir argumento suficiente
    para a preservação das espécies e das áreas em que elas se
    encontram. No entanto, o raciocínio conservacionista tem sido
    puramente contábil: quanto vale a biodiversidade, qual é o
    prejuízo que representa sua diminuição e que investimento é
    necessário para mantê-la. Nessa contabilidade, o que entra é
    um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas
    oferecem - como a purificação do ar e da água, o fornecimento
    de água doce e de madeira, a regulação climática, a proteção a
    desastres naturais, o controle da erosão e até a recreação. E a
    ONU avisa: mais de 60% desses serviços estão sofrendo
    degradação ou sendo consumidos mais depressa do que
    podem ser recuperados.

    (Roberto Amado. Revista do Brasil, outubro de 2010, pp. 28-
    30, com adaptações)

    A afirmativa correta, considerando-se o assunto do texto, é:

    Você configurou para não ver comentários antes de resolver uma questão.

    Ano: 2011
    Banca: FCC
    Órgão: TRE-TO
    Até alguns anos atrás, a palavra biodiversidade era
    quase incompreensível para a maioria das pessoas. Hoje, se
    ainda não chega a ser um tema que se discuta nos bares, vem
    se incorporando cada vez mais na sociedade em geral. Tudo
    indica que a variedade de espécies de plantas, animais e
    insetos de uma determinada área começa a ser uma
    preocupação geral ? a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano
    Internacional da Biodiversidade.
    Mas, ainda que seja um assunto cada vez mais popular,
    convencer governos e sociedades de que a biodiversidade tem
    importância fundamental para a espécie humana e para o
    próprio planeta é uma perspectiva remota. Afinal, a quantidade
    de espécies aparentemente não influencia a vida profissional,
    social e econômica de quem está mergulhado nas decisões
    mais prosaicas do dia a dia.
    Como diz Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da 10a
    Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade
    Biológica, o objetivo desse encontro é "desenvolver um novo
    plano estratégico para as próximas décadas, incluindo uma
    visão para 2050 e uma missão para a biodiversidade em 2020."
    Talvez seja um discurso um pouco vago devido à
    urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se
    um número tão grande de espécies ameaçadas. Diariamente,
    100 delas entram em processo de extinção e calcula-se que nos
    próximos 20 anos mais de 500 mil serão varridas definitivamente
    do globo. Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à
    intervenção humana.
    Nessas espécies encontra-se um vasto e generoso
    banco genético, cuja exploração ainda engatinha, capaz de
    fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas
    eminentes. Esse fato poderia constituir argumento suficiente
    para a preservação das espécies e das áreas em que elas se
    encontram. No entanto, o raciocínio conservacionista tem sido
    puramente contábil: quanto vale a biodiversidade, qual é o
    prejuízo que representa sua diminuição e que investimento é
    necessário para mantê-la. Nessa contabilidade, o que entra é
    um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas
    oferecem - como a purificação do ar e da água, o fornecimento
    de água doce e de madeira, a regulação climática, a proteção a
    desastres naturais, o controle da erosão e até a recreação. E a
    ONU avisa: mais de 60% desses serviços estão sofrendo
    degradação ou sendo consumidos mais depressa do que
    podem ser recuperados.

    (Roberto Amado. Revista do Brasil, outubro de 2010, pp. 28-
    30, com adaptações)

    As informações mais importantes contidas no texto estão resumidas, com lógica, clareza e correção, em:

    Você configurou para não ver comentários antes de resolver uma questão.

    Ano: 2011
    Banca: FCC
    Órgão: TRE-TO
    Até alguns anos atrás, a palavra biodiversidade era
    quase incompreensível para a maioria das pessoas. Hoje, se
    ainda não chega a ser um tema que se discuta nos bares, vem
    se incorporando cada vez mais na sociedade em geral. Tudo
    indica que a variedade de espécies de plantas, animais e
    insetos de uma determinada área começa a ser uma
    preocupação geral ? a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano
    Internacional da Biodiversidade.
    Mas, ainda que seja um assunto cada vez mais popular,
    convencer governos e sociedades de que a biodiversidade tem
    importância fundamental para a espécie humana e para o
    próprio planeta é uma perspectiva remota. Afinal, a quantidade
    de espécies aparentemente não influencia a vida profissional,
    social e econômica de quem está mergulhado nas decisões
    mais prosaicas do dia a dia.
    Como diz Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da 10a
    Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade
    Biológica, o objetivo desse encontro é "desenvolver um novo
    plano estratégico para as próximas décadas, incluindo uma
    visão para 2050 e uma missão para a biodiversidade em 2020."
    Talvez seja um discurso um pouco vago devido à
    urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se
    um número tão grande de espécies ameaçadas. Diariamente,
    100 delas entram em processo de extinção e calcula-se que nos
    próximos 20 anos mais de 500 mil serão varridas definitivamente
    do globo. Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à
    intervenção humana.
    Nessas espécies encontra-se um vasto e generoso
    banco genético, cuja exploração ainda engatinha, capaz de
    fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas
    eminentes. Esse fato poderia constituir argumento suficiente
    para a preservação das espécies e das áreas em que elas se
    encontram. No entanto, o raciocínio conservacionista tem sido
    puramente contábil: quanto vale a biodiversidade, qual é o
    prejuízo que representa sua diminuição e que investimento é
    necessário para mantê-la. Nessa contabilidade, o que entra é
    um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas
    oferecem - como a purificação do ar e da água, o fornecimento
    de água doce e de madeira, a regulação climática, a proteção a
    desastres naturais, o controle da erosão e até a recreação. E a
    ONU avisa: mais de 60% desses serviços estão sofrendo
    degradação ou sendo consumidos mais depressa do que
    podem ser recuperados.

    (Roberto Amado. Revista do Brasil, outubro de 2010, pp. 28-
    30, com adaptações)

    Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à intervenção humana. (4º parágrafo)

    A relação sintático-semântica entre os dois segmentos da afirmativa acima se estabelece como

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    Ano: 2011
    Banca: FCC
    Órgão: TRE-TO
    Até alguns anos atrás, a palavra biodiversidade era
    quase incompreensível para a maioria das pessoas. Hoje, se
    ainda não chega a ser um tema que se discuta nos bares, vem
    se incorporando cada vez mais na sociedade em geral. Tudo
    indica que a variedade de espécies de plantas, animais e
    insetos de uma determinada área começa a ser uma
    preocupação geral ? a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano
    Internacional da Biodiversidade.
    Mas, ainda que seja um assunto cada vez mais popular,
    convencer governos e sociedades de que a biodiversidade tem
    importância fundamental para a espécie humana e para o
    próprio planeta é uma perspectiva remota. Afinal, a quantidade
    de espécies aparentemente não influencia a vida profissional,
    social e econômica de quem está mergulhado nas decisões
    mais prosaicas do dia a dia.
    Como diz Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da 10a
    Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade
    Biológica, o objetivo desse encontro é "desenvolver um novo
    plano estratégico para as próximas décadas, incluindo uma
    visão para 2050 e uma missão para a biodiversidade em 2020."
    Talvez seja um discurso um pouco vago devido à
    urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se
    um número tão grande de espécies ameaçadas. Diariamente,
    100 delas entram em processo de extinção e calcula-se que nos
    próximos 20 anos mais de 500 mil serão varridas definitivamente
    do globo. Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à
    intervenção humana.
    Nessas espécies encontra-se um vasto e generoso
    banco genético, cuja exploração ainda engatinha, capaz de
    fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas
    eminentes. Esse fato poderia constituir argumento suficiente
    para a preservação das espécies e das áreas em que elas se
    encontram. No entanto, o raciocínio conservacionista tem sido
    puramente contábil: quanto vale a biodiversidade, qual é o
    prejuízo que representa sua diminuição e que investimento é
    necessário para mantê-la. Nessa contabilidade, o que entra é
    um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas
    oferecem - como a purificação do ar e da água, o fornecimento
    de água doce e de madeira, a regulação climática, a proteção a
    desastres naturais, o controle da erosão e até a recreação. E a
    ONU avisa: mais de 60% desses serviços estão sofrendo
    degradação ou sendo consumidos mais depressa do que
    podem ser recuperados.

    (Roberto Amado. Revista do Brasil, outubro de 2010, pp. 28-
    30, com adaptações)

    Com a substituição do segmento grifado pela expressão entre parênteses no final da transcrição, o verbo que deverá ser mantido no singular está em:

    Você configurou para não ver comentários antes de resolver uma questão.

    Ano: 2011
    Banca: FCC
    Órgão: TRE-TO
    Até alguns anos atrás, a palavra biodiversidade era
    quase incompreensível para a maioria das pessoas. Hoje, se
    ainda não chega a ser um tema que se discuta nos bares, vem
    se incorporando cada vez mais na sociedade em geral. Tudo
    indica que a variedade de espécies de plantas, animais e
    insetos de uma determinada área começa a ser uma
    preocupação geral ? a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano
    Internacional da Biodiversidade.
    Mas, ainda que seja um assunto cada vez mais popular,
    convencer governos e sociedades de que a biodiversidade tem
    importância fundamental para a espécie humana e para o
    próprio planeta é uma perspectiva remota. Afinal, a quantidade
    de espécies aparentemente não influencia a vida profissional,
    social e econômica de quem está mergulhado nas decisões
    mais prosaicas do dia a dia.
    Como diz Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da 10a
    Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade
    Biológica, o objetivo desse encontro é "desenvolver um novo
    plano estratégico para as próximas décadas, incluindo uma
    visão para 2050 e uma missão para a biodiversidade em 2020."
    Talvez seja um discurso um pouco vago devido à
    urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se
    um número tão grande de espécies ameaçadas. Diariamente,
    100 delas entram em processo de extinção e calcula-se que nos
    próximos 20 anos mais de 500 mil serão varridas definitivamente
    do globo. Tudo isso ocorre, na maior parte, graças à
    intervenção humana.
    Nessas espécies encontra-se um vasto e generoso
    banco genético, cuja exploração ainda engatinha, capaz de
    fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas
    eminentes. Esse fato poderia constituir argumento suficiente
    para a preservação das espécies e das áreas em que elas se
    encontram. No entanto, o raciocínio conservacionista tem sido
    puramente contábil: quanto vale a biodiversidade, qual é o
    prejuízo que representa sua diminuição e que investimento é
    necessário para mantê-la. Nessa contabilidade, o que entra é
    um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas
    oferecem - como a purificação do ar e da água, o fornecimento
    de água doce e de madeira, a regulação climática, a proteção a
    desastres naturais, o controle da erosão e até a recreação. E a
    ONU avisa: mais de 60% desses serviços estão sofrendo
    degradação ou sendo consumidos mais depressa do que
    podem ser recuperados.

    (Roberto Amado. Revista do Brasil, outubro de 2010, pp. 28-
    30, com adaptações)

    Considere as afirmativas a respeito da pontuação nos trechos transcritos abaixo:

    I. Tudo indica que a variedade de espécies de plantas, animais e insetos de uma determinada área começa a ser uma preocupação geral - a ponto de a ONU considerar 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade. O travessão introduz um argumento que justifica o que acaba de ser afirmado.

    II. Talvez seja um discurso um pouco vago devido à urgência dos fatos: nunca, na história do planeta, registrou-se um número tão grande de espécies ameaçadas. Os dois pontos introduzem segmento explicativo para a expressão anterior a eles, urgência dos fatos.

    III. Nessa contabilidade, o que entra é um valor atribuído aos "serviços" ambientais que os biomas oferecem ... O emprego das aspas busca chamar a atenção para um sentido particular atribuído ao vocábulo serviços.

    Está correto o que se afirma em

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