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Q3810734 Matemática
Um terreno retangular possui 0,021 km de comprimento e 3200 cm de largura. Logo, a medida da área desse terreno em m2 é de:
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Q3810733 Redação Oficial
No que diz respeito à correspondência oficial e sua adequação linguística aos gêneros textuais, indique o item correto.
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Q3810731 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Sobre colocação de pronomes átonos em uma oração, marque a opção que analisa corretamente o seguinte trecho do Texto III: “e pensando no que a mãe sempre lhe dizia”.
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Q3810729 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Considerando o contexto gramatical do Texto III, o emprego das aspas na frase “Quem carrega peso na cabeça fica papudo” se justifica por
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Q3810727 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
No trecho “Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar”, retirado do Texto III, as orações possuem uma relação de  
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Q3810725 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No Texto II, o autor usou no poema o verbo “Dancemos”. Tendo em vista o emprego e a correlação de tempos e modos verbais na coesão textual, indique a alternativa correta. 
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Q3810723 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
A última estrofe do poema do Texto II diz: “Até que as paineiras tenham por sobre os muros florido!”. Sob a perspectiva da coesão textual, o termo “até que” se configura como 
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Q3810722 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No poema Canção da primavera (Texto II), o autor utiliza determinados mecanismos de coesão textual. Considerando as definições gramaticais sobre elementos de referenciação, substituição e repetição, assinale a alternativa correta.
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Q3810720 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Na frase do Texto I: “Na calçada éramos os nossos próprios heróis”, a acentuação gráfica empregada nas palavras próprios e heróis se justifica por serem, respectivamente,
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Q3810718 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
O gênero textual referente ao Texto I é definido como 
Alternativas
Q3810715 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Com relação ao Texto I, o título “Épico” escolhido pelo autor Luís Fernando Veríssimo estabelece uma relação metafórica entre
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Q3774125 Legislação Federal
Por meio da plataforma Fala.SP, um cidadão apresentou pedido de acesso a informações de interesse público destinadas à Polícia Militar do Estado de São Paulo. Dentro do prazo legal, o pedido formulado por esse cidadão foi indeferido pelo órgão militar. No inteiro teor de decisão de negativa de acesso, verificou-se que a disponibilização das informações requeridas comprometeria atividades de inteligência, bem como de investigação ou fiscalização em andamento, relacionadas com a prevenção de infrações. Como consequência desse motivo, as informações requeridas apresentavam graus de sigilo ultrassecreto, secreto e reservado, o que corresponde, respectivamente, aos seguintes prazos máximos:
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Q3774124 Direito Constitucional
Os direitos e garantias fundamentais, nos quais estão incluídos os direitos e deveres individuais e coletivos e os direitos políticos, são um conjunto de preceitos que buscam assegurar a dignidade da pessoa humana e que estão presentes na Constituição Federal brasileira de 1988. Frente ao exposto, é correto afirmar que
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Q3774123 Administração Pública
Recentemente, em solenidade na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, na capital paulista, o Governo do Estado de São Paulo oficializou a troca do Comando Geral da Polícia Militar. Para a nomeação a esse cargo, o oficial do Quadro de Oficiais Policiais Militares
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Q3774122 Legislação Federal
Após sentença transitada em julgado, um oficial da Polícia Militar foi condenado na Justiça comum à pena privativa de liberdade por dois anos. Posteriormente, por meio de decisão do Tribunal de Justiça Militar do Estado, esse mesmo oficial foi julgado indigno do oficialato. Dada essa situação, o oficial militar
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Q3774121 Legislação Federal
Diante da instauração de uma grave crise nacional de segurança pública impulsionada pela atuação de uma máfia, a Presidência da República, por meio do Ministério da Defesa, avalia a possibilidade do acionamento das forças auxiliares e reserva para apoiar o Exército Brasileiro na atuação terrestre. Caso sejam acionadas, além das polícias militares, o exército poderá contar também com
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Q3774120 Noções de Informática
Durante a preparação de uma apresentação sobre as atividades do departamento, o usuário criou um slide no MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, com uma única caixa de texto contendo três parágrafos: “Ensino”, “Pesquisa” e “Extensão”. Ele aplica o efeito “Aparecer” (guia Animações) à caixa de texto e define “Iniciar”: “Ao clicar”. Para que cada parágrafo dessa mesma caixa de texto seja animado individualmente, um por clique, o assistente deve clicar no botão      , na guia “Animações”, e configurar a animação do texto como “Por Parágrafo”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.
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Q3774119 Noções de Informática
 O soldado precisa imprimir a página de um mapa on-line com rotas de deslocamento e quer checar o layout antes de gastar papel e tinta. Ele acessa o site institucional (via URL https://…) no navegador Google Chrome (Versão 141.0.7390.108 - 64 bits) em um computador com sistema operacional Windows, em configuração padrão. Nos navegadores modernos, existe um atalho de teclado que abre diretamente a interface de impressão com visualização prévia automática do documento, permitindo verificar como o conteúdo será impresso no papel e ajustar configurações como Orientação e Margens antes de enviar para a impressora física.

Nesse contexto, qual atalho de teclado o soldado deve utilizar para acessar diretamente a interface padrão de impressão com visualização prévia no Google Chrome? 
Alternativas
Q3774118 Noções de Informática
No Microsoft Word 2016 (em português do Brasil), um soldado está editando um relatório fotográfico com 12 imagens. As legendas das figuras foram inseridas por meio do comando Referências → Inserir legenda, e um Índice de Ilustrações foi criado ao final do documento. A opção “Controlar Alterações” (Rastrear Alterações) está desativada e não existem campos em cabeçalhos, rodapés, notas de rodapé ou caixas de texto. Após mover duas imagens de posição, o usuário percebe que a numeração das legendas automáticas e o Índice de Ilustrações ficaram desatualizados. Para atualizar todas as legendas automáticas e o Índice de Ilustrações, o usuário deve pressionar          para selecionar todo o conteúdo do corpo do documento, depois pressionar         para atualizar todos os campos selecionados e, por fim, clicar sobre o Índice de Ilustrações e escolher Atualizar índice inteiro.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do enunciado.
Alternativas
Q3774117 Noções de Informática
Para enviar fotos de local de ocorrência ao setor de inteligência, o soldado criou uma nova mensagem no aplicativo de desktop MS-Outlook 2016, em sua configuração padrão, e clicou em Anexar arquivo, localizando D:\Operacionais\ Fotos*.jpg. Ele selecionou três fotos de 9 MB cada, totalizando 27 MB de anexos. O servidor de e-mail da corporação possui uma política que define o limite máximo de tamanho de mensagem em 25 MB.

Com base nesse cenário, o que acontece quando o usuário clicar no botão “Enviar”? 
Alternativas
Respostas
1001: D
1002: D
1003: B
1004: D
1005: C
1006: A
1007: C
1008: A
1009: B
1010: A
1011: C
1012: C
1013: D
1014: C
1015: E
1016: B
1017: D
1018: A
1019: C
1020: D