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Q3465629 Português
Após a leitura atenta do texto apresentado a seguir, responda à questão proposta.


No princípio eram as árvores 


  Os livros são filhos das árvores, que foram o primeiro lar da nossa espécie e, talvez, o mais antigo receptáculo das palavras escritas. A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios. Em latim, líber, que significa "livro", originariamente dava nome à casca da árvore ou, mais exatamente, à película fibrosa que separa a casca da madeira do tronco. Plínio, o Velho, afirma que os romanos escreviam em cascas de árvore antes de conhecer os rolos egípcios. Durante muitos séculos, diversos materiais - o papiro, o pergaminho - ocuparam o lugar daquelas antigas páginas de madeira, mas, numa viagem de ida e volta, com adoção do papel, os livros voltaram a nascer das árvores. 

  Como eu já expliquei, os gregos chamavam o livro de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro. Atualmente o emprego dessa palavra, em sua evolução, ficou reduzido ao título de uma única obra, a Bíblia. Para os romanos, líber não evocava cidades nem rotas comerciais, mas o mistério do bosque onde seus antepassados começaram a escrever, em meio aos sussurros do vento nas folhas. Os nomes germânicos - book, Buch, boek - também descendem de uma palavra arbórea: a faia de tronco esbranquiçado. 

  Em latim, o termo que significa "livro" tem quase o mesmo som que o adjetivo que significa "livre", embora as raízes indo-europeias de ambos os vocábulos tenham origens diferentes. Muitas línguas neolatinas, como o espanhol, o francês, o italiano e o português, herdaram a coincidência dessa semelhança fonética, que convida ao jogo de palavras, identificando leitura e liberdade. Para os iluministas de todas as épocas, são duas paixões que sempre acabam confluindo.

  Hoje aprendemos a escrever com luz sobre telas de cristal líquido ou de plasma, mas ainda ouvimos o chamado originário das árvores. Em suas cascas redigimos um disperso inventário amoroso da humanidade. Antonio Machado, em seus passeios pelos Campos de Castela, costumava parar junto ao rio para ler algumas linhas desse livro dos amantes:

  Voltei a ver os álamos dourados,

  álamos do caminho na ribeira

  do Douro, entre San Polo e San Saturio,

  atrás das muralhas velhas de Soria [. .. ].

  Estes choupos do rio, que acompanham

  com o som de suas folhas secas

  o som da água, quando o vento sopra,

  têm em suas cascas

  gravadas iniciais que são nomes

  de apaixonados, números que são datas. 

  Quando um adolescente risca duas iniciais com a ponta do canivete na casca prateada de um álamo, reproduz, sem saber, um gesto muito antigo. Calímaco, o bibliotecário de Alexandria, já menciona no século Ili a.C. uma mensagem amorosa numa árvore. Não é o único. Um personagem de Virgílio imagina como a casca, com o passar dos anos, irá se alargar e corroer seu nome e o dela: "E gravar meus amores nas jovens árvores; crescerão as árvores e com elas crescerão vocês, amores meus." Talvez o costume, ainda vivo, de tatuar letras na pele de uma árvore para conservar a lembrança de alguém que viveu e amou tenha sido um dos episódios mais antigos de escrita na Europa. Talvez, à beira de um rio que corre e passa e sonha, como dizia Machado, os antigos gregos e romanos tenham escrito os primeiros pensamentos e as primeiras palavras de amor. Sabe-se lá quantas dessas árvores acabaram se transformando em livros.


Fonte: VALLEJO, Irene. O Infinito em um Junco: A Invenção dos Livros no Mundo Antigo. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.


GLOSSÁRIO:

Álamo - árvore ornamental de flores pequenas e casca rugosa, o mesmo que choupo;

Papiro - folha para escrever feita das hastes dos juncos provenientes das margens do rio Nilo;

Pergaminho - pele de cabra ou de ovelha preparada para a escrita ou encadernação;

Choupos - o mesmo que álamo;

Junco - nome comum a várias plantas herbáceas;

Faia - espécie de árvore; e

Indo-europeu - origem comum das línguas europeias.  

 
Ao final do texto, a autora cria algumas hipóteses. Uma delas, a partir de uma tabulação especulativa, pode ser assim descrita: 
Alternativas
Q3465628 Português
Após a leitura atenta do texto apresentado a seguir, responda à questão proposta.


No princípio eram as árvores 


  Os livros são filhos das árvores, que foram o primeiro lar da nossa espécie e, talvez, o mais antigo receptáculo das palavras escritas. A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios. Em latim, líber, que significa "livro", originariamente dava nome à casca da árvore ou, mais exatamente, à película fibrosa que separa a casca da madeira do tronco. Plínio, o Velho, afirma que os romanos escreviam em cascas de árvore antes de conhecer os rolos egípcios. Durante muitos séculos, diversos materiais - o papiro, o pergaminho - ocuparam o lugar daquelas antigas páginas de madeira, mas, numa viagem de ida e volta, com adoção do papel, os livros voltaram a nascer das árvores. 

  Como eu já expliquei, os gregos chamavam o livro de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro. Atualmente o emprego dessa palavra, em sua evolução, ficou reduzido ao título de uma única obra, a Bíblia. Para os romanos, líber não evocava cidades nem rotas comerciais, mas o mistério do bosque onde seus antepassados começaram a escrever, em meio aos sussurros do vento nas folhas. Os nomes germânicos - book, Buch, boek - também descendem de uma palavra arbórea: a faia de tronco esbranquiçado. 

  Em latim, o termo que significa "livro" tem quase o mesmo som que o adjetivo que significa "livre", embora as raízes indo-europeias de ambos os vocábulos tenham origens diferentes. Muitas línguas neolatinas, como o espanhol, o francês, o italiano e o português, herdaram a coincidência dessa semelhança fonética, que convida ao jogo de palavras, identificando leitura e liberdade. Para os iluministas de todas as épocas, são duas paixões que sempre acabam confluindo.

  Hoje aprendemos a escrever com luz sobre telas de cristal líquido ou de plasma, mas ainda ouvimos o chamado originário das árvores. Em suas cascas redigimos um disperso inventário amoroso da humanidade. Antonio Machado, em seus passeios pelos Campos de Castela, costumava parar junto ao rio para ler algumas linhas desse livro dos amantes:

  Voltei a ver os álamos dourados,

  álamos do caminho na ribeira

  do Douro, entre San Polo e San Saturio,

  atrás das muralhas velhas de Soria [. .. ].

  Estes choupos do rio, que acompanham

  com o som de suas folhas secas

  o som da água, quando o vento sopra,

  têm em suas cascas

  gravadas iniciais que são nomes

  de apaixonados, números que são datas. 

  Quando um adolescente risca duas iniciais com a ponta do canivete na casca prateada de um álamo, reproduz, sem saber, um gesto muito antigo. Calímaco, o bibliotecário de Alexandria, já menciona no século Ili a.C. uma mensagem amorosa numa árvore. Não é o único. Um personagem de Virgílio imagina como a casca, com o passar dos anos, irá se alargar e corroer seu nome e o dela: "E gravar meus amores nas jovens árvores; crescerão as árvores e com elas crescerão vocês, amores meus." Talvez o costume, ainda vivo, de tatuar letras na pele de uma árvore para conservar a lembrança de alguém que viveu e amou tenha sido um dos episódios mais antigos de escrita na Europa. Talvez, à beira de um rio que corre e passa e sonha, como dizia Machado, os antigos gregos e romanos tenham escrito os primeiros pensamentos e as primeiras palavras de amor. Sabe-se lá quantas dessas árvores acabaram se transformando em livros.


Fonte: VALLEJO, Irene. O Infinito em um Junco: A Invenção dos Livros no Mundo Antigo. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.


GLOSSÁRIO:

Álamo - árvore ornamental de flores pequenas e casca rugosa, o mesmo que choupo;

Papiro - folha para escrever feita das hastes dos juncos provenientes das margens do rio Nilo;

Pergaminho - pele de cabra ou de ovelha preparada para a escrita ou encadernação;

Choupos - o mesmo que álamo;

Junco - nome comum a várias plantas herbáceas;

Faia - espécie de árvore; e

Indo-europeu - origem comum das línguas europeias.  

 
No título: "No princípio eram as árvores", Irene Vallejo coloca o leitor imediatamente a par da sua tese de que a escrita nas árvores é a forma mais antiga de escrita na Europa. Ao longo do texto, traz argumentos que contribuem para essa conclusão:

l -A etimologia da palavra latina liber.
ll -A afirmação de Plínio, o Velho.
Ill -A etimologia da palavra biblíon.
IV -O poema de Antonio Machado.
V -O registro de Calímaco, bibliotecário de Alexandria.
VI - Um personagem de Virgílio.

Das afirmativas feitas acima, marque apenas as que apresentam os argumentos favoráveis à tese da autora: 
Alternativas
Q3465627 Português
Após a leitura atenta do texto apresentado a seguir, responda à questão proposta.


No princípio eram as árvores 


  Os livros são filhos das árvores, que foram o primeiro lar da nossa espécie e, talvez, o mais antigo receptáculo das palavras escritas. A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios. Em latim, líber, que significa "livro", originariamente dava nome à casca da árvore ou, mais exatamente, à película fibrosa que separa a casca da madeira do tronco. Plínio, o Velho, afirma que os romanos escreviam em cascas de árvore antes de conhecer os rolos egípcios. Durante muitos séculos, diversos materiais - o papiro, o pergaminho - ocuparam o lugar daquelas antigas páginas de madeira, mas, numa viagem de ida e volta, com adoção do papel, os livros voltaram a nascer das árvores. 

  Como eu já expliquei, os gregos chamavam o livro de biblíon, rememorando a cidade fenícia de Biblos, famosa pela exportação de papiro. Atualmente o emprego dessa palavra, em sua evolução, ficou reduzido ao título de uma única obra, a Bíblia. Para os romanos, líber não evocava cidades nem rotas comerciais, mas o mistério do bosque onde seus antepassados começaram a escrever, em meio aos sussurros do vento nas folhas. Os nomes germânicos - book, Buch, boek - também descendem de uma palavra arbórea: a faia de tronco esbranquiçado. 

  Em latim, o termo que significa "livro" tem quase o mesmo som que o adjetivo que significa "livre", embora as raízes indo-europeias de ambos os vocábulos tenham origens diferentes. Muitas línguas neolatinas, como o espanhol, o francês, o italiano e o português, herdaram a coincidência dessa semelhança fonética, que convida ao jogo de palavras, identificando leitura e liberdade. Para os iluministas de todas as épocas, são duas paixões que sempre acabam confluindo.

  Hoje aprendemos a escrever com luz sobre telas de cristal líquido ou de plasma, mas ainda ouvimos o chamado originário das árvores. Em suas cascas redigimos um disperso inventário amoroso da humanidade. Antonio Machado, em seus passeios pelos Campos de Castela, costumava parar junto ao rio para ler algumas linhas desse livro dos amantes:

  Voltei a ver os álamos dourados,

  álamos do caminho na ribeira

  do Douro, entre San Polo e San Saturio,

  atrás das muralhas velhas de Soria [. .. ].

  Estes choupos do rio, que acompanham

  com o som de suas folhas secas

  o som da água, quando o vento sopra,

  têm em suas cascas

  gravadas iniciais que são nomes

  de apaixonados, números que são datas. 

  Quando um adolescente risca duas iniciais com a ponta do canivete na casca prateada de um álamo, reproduz, sem saber, um gesto muito antigo. Calímaco, o bibliotecário de Alexandria, já menciona no século Ili a.C. uma mensagem amorosa numa árvore. Não é o único. Um personagem de Virgílio imagina como a casca, com o passar dos anos, irá se alargar e corroer seu nome e o dela: "E gravar meus amores nas jovens árvores; crescerão as árvores e com elas crescerão vocês, amores meus." Talvez o costume, ainda vivo, de tatuar letras na pele de uma árvore para conservar a lembrança de alguém que viveu e amou tenha sido um dos episódios mais antigos de escrita na Europa. Talvez, à beira de um rio que corre e passa e sonha, como dizia Machado, os antigos gregos e romanos tenham escrito os primeiros pensamentos e as primeiras palavras de amor. Sabe-se lá quantas dessas árvores acabaram se transformando em livros.


Fonte: VALLEJO, Irene. O Infinito em um Junco: A Invenção dos Livros no Mundo Antigo. Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2022.


GLOSSÁRIO:

Álamo - árvore ornamental de flores pequenas e casca rugosa, o mesmo que choupo;

Papiro - folha para escrever feita das hastes dos juncos provenientes das margens do rio Nilo;

Pergaminho - pele de cabra ou de ovelha preparada para a escrita ou encadernação;

Choupos - o mesmo que álamo;

Junco - nome comum a várias plantas herbáceas;

Faia - espécie de árvore; e

Indo-europeu - origem comum das línguas europeias.  

 
De acordo com o texto, assinale a alternativa com a interpretação mais adequada para a frase "A etimologia da palavra contém um velho relato sobre os primórdios.", localizada no primeiro parágrafo: 
Alternativas
Q3446701 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Uma barra condutora rígida, de comprimento L = 1 m e resistência elétrica desconhecida, está apoiada num plano horizontal isolante, sem atrito, e totalmente imersa num campo magnético uniforme b_seta.png (15×20) de módulo 1,0 T, de direção vertical e para baixo, conforme figura a seguir. 

64.png (356×225)

Essa barra é percorrida por uma corrente elétrica fornecida pelo gerador elétrico de f.e.m. ε = 24 V e resistência interna r = 2 Ω e permanece em equilíbrio por meio de duas molas idênticas, ideais e isolantes. Cada mola está distendida de 2,0 cm e possui constante elástica k = 50 N/m. Para que a barra condutora permaneça na mesma posição de equilíbrio quando a intensidade do campo magnético uniforme for duplicada, deve-se associar, em paralelo ao gerador elétrico, um resistor de resistência elétrica, em Ω, igual a 
Alternativas
Q3446700 Engenharia Elétrica

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

O esquema abaixo representa um circuito elétrico composto por resistores ôhmicos, dois amperímetros ideais A1 e A2, chave S e gerador elétrico, de f.e.m. ε = 22 V e resistência interna r = 1 Ω, conectados por fios ideais de ligação. 

63.png (239×232)

Ao fechar o circuito, por meio da chave S, não há indicação de corrente elétrica atravessando o amperímetro A2. Nessas condições, o valor da resistência elétrica R, em Ω, e a indicação no amperímetro A1, em A, são, respectivamente,
Alternativas
Q3446699 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Uma das importantes consequências dos postulados de Einstein, a partir dos quais ele construiu a teoria da relatividade restrita, foi a modificação na medida da massa dos corpos, que ocorre todas as vezes que eles se movimentam com uma certa velocidade 62_v.png (14×17) em relação ao solo, por exemplo. Para melhor visualização desse resultado, considere o gráfico a seguir, em que m é a massa relativística, m0 é a massa de repouso, v é o módulo da velocidade com que algum corpo se move ou venha a se mover e c é o módulo da velocidade da luz no vácuo. 

62.png (257×226)

A partir do seu conhecimento sobre o tema, bem como com as informações e gráfico fornecidos, avalie as afirmativas abaixo:

I - É possível demonstrar que quando um corpo se move com certa velocidade 62_v.png (14×17) em relação ao solo, a massa m desse corpo passa a ser descrita pela expressão: m = m0y.
II - Quando um corpo se move com certa velocidade 62_v.png (14×17) em relação ao solo, pela correção relativística na massa, é possível afirmar que a massa m desse corpo torna-se maior que sua massa de repouso m0.
III - A mudança na medida da massa dos corpos, nesse contexto, significa na verdade um aumento da sua inércia.
IV - Apenas partículas que possuem massa de repouso igual a zero podem viajar com uma velocidade de módulo v = c.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3446698 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

O circuito simples constituído por um pequeno resistor R, uma lâmpada L e uma bateria ε, é ligado e desligado por uma chave composta de um oscilador, do tipo massa-mola horizontal, quese move em movimento harmônico simples, e toca suave e periodicamente os terminais A e B do circuito, conforme figuras 1 e 2 a seguir. 

61.png (320×380)

Dessa forma, a lâmpada L emite pulsos luminosos na frequência de 10-1 Hz. Considere que a mola ideal, de constante elástica k = 0,4π2 N/m, seja eletricamente isolante, bem como a plataforma horizontal sobre a qual o bloco condutor de massa M oscila; que o contato entre o bloco e os terminais A e B aconteça no ponto de máxima energia potencial do oscilador massa-mola.

Nessas condições, a massa M tem valor, em kg, igual a  
Alternativas
Q3446697 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Duas placas A e B, idênticas e condutoras, dispostas horizontalmente e fixas, conforme figura a seguir, geram na região entre elas um campo elétrico uniforme. 
Imagem associada para resolução da questão
A densidade superficial de cargas da placa A é + 3 µC/cm2 , enquanto a placa B, a 6,0 cm da placa A, está aterrada. Uma partícula, de massa m, eletrizada com carga – 12 pC, foi abandonada entre as placas e permaneceu em repouso.

A permissividade absoluta do meio entre as placas é igual a 9,0 ∙ 10-12 N-1 m-2 C2 .

Nessas condições, o potencial elétrico da placa A, em volts, e a massa m da partícula, em gramas, são, respectivamente 
Alternativas
Q3446696 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Defeitos da visão, dependendo de sua gravidade, podem interromper o sonho de muitos jovens de se tornarem militares da Força Aérea Brasileira.

Considere que um desses jovens, ainda receoso com a possibilidade cirúrgica para correção de seu defeito visual, siga usando óculos de lentes corretivas. Observe, nos desenhos a seguir, a diferença no tamanho aparente dos olhos desse jovem, primeiro sem o uso dos óculos e depois com os óculos. 
Imagem associada para resolução da questão
A partir da análise desses desenhos conclui-se que a formação da imagem no olho desse jovem, quando se encontra sem os óculos de correção, está melhor indicada na figura, fora de escala, mostrada na alternativa 
Alternativas
Q3446695 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Entre o final do século XIX e início do século XX várias questões da física estavam sem respostas. A física clássica não era suficiente para explicar todos os comportamentos observáveis da matéria. A teoria eletromagnética clássica, fundamentada nas equações de Maxwell, apesar de amplamente aplicável, não conseguia explicar alguns fenômenos.

Observe a descrição suscinta de alguns fenômenos:

I - Ondas eletromagnéticas são geradas por cargas aceleradas. Assim, quando um elétron, por exemplo, realiza um movimento de frequência f, a onda eletromagnética emitida também tem frequência f. Além disso, a velocidade de propagação dessa onda, no vácuo, vale aproximadamente 3,0 ∙ 108 m/s.
II - Um corpo bom absorvedor é um bom emissor de radiação térmica, assim como um mau absorvedor é um mau emissor. Um corpo negro é um corpo ideal, capaz de absorver toda a radiação térmica incidente nele e, portanto, emitir totalmente essa radiação. As moléculas na superfície de um corpo negro se comportam como osciladores harmônicos, que só admitem determinados valores de energia. Dessa forma, a emissão e absorção de energia em um corpo negro se dá em quantidades quantizadas.
III - Quando radiações eletromagnéticas incidem numa placa metálica, cargas elétricas podem absorver energia suficiente para escaparem. Essas cargas “arrancadas”, chamadas de fotoelétrons, possuem energias cinéticas que independem da intensidade da radiação incidente, mas que dependem da frequência dessa radiação.
IV - Em um estado estacionário, o átomo não emite radiação eletromagnética. No entanto, quando o átomo passa de um estado estacionário para outro, ele acaba por emitir uma quantidade discreta de energia, igual à diferença entre as energias correspondentes aos dois estados.

Dos fenômenos citados acima, o único explicado satisfatoriamente pela teoria eletromagnética clássica é o descrito em 
Alternativas
Q3446694 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

No alojamento de um Cadete, está presente uma janela de vidro, cuja condutibilidade térmica é Kv = 0,8 W∙m-1∙K-1 . Em dias de inverno observa-se uma diferença pequena entre as temperaturas dos ambientes interno e externo a esse alojamento. Com o intuito de minimizar a perda de calor e aumentar essa diferença de temperatura entre os ambientes, através da janela de vidro, o Cadete aderiu uma placa de isopor completamente lisa sobre ela, conforme a ilustração a seguir. 
Imagem associada para resolução da questão
Essa placa de isopor tem uma condutibilidade térmica KISO = 0,4 W∙m-1∙K-1 e possui área e espessura idênticas às da janela de vidro. Após atingir o regime estacionário, o Cadete aferiu a temperatura da superfície do vidro em contato com o ambiente externo Text = 5 ºC, e a temperatura interna, na superfície do isopor em contato com o ambiente interno, Tint = 26 ºC. Considerando que o fluxo de calor ocorra apenas perpendicularmente à superfície do isopor e da janela de vidro, a temperatura T, em Kelvin, na interface entre o vidro e o isopor, vale  
Alternativas
Q3446693 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Uma onda periódica harmônica se propaga em uma corda homogênea, tensa e infinita de acordo com a função de onda, em unidades do SI, dada por

Y1(x, t) = 10 sen [10 x - 20 π t]

Uma segunda onda, Y2(x,t), também periódica harmônica, é sobreposta à onda inicial, de tal forma que a onda resultante na corda tem amplitude constante e igual ao dobro da amplitude da onda descrita por Y1(x,t). Considere que a velocidade de propagação das ondas na corda é constante.

Nessas condições, das opções a seguir, a função de onda que melhor descreve a onda Y2(x,t) é dada por 
Alternativas
Q3446692 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Uma máquina térmica, operando entre as temperaturas T1 e T2 pode realizar quaisquer ciclos indicados no diagrama p x v abaixo. 

55.png (287×239)

Sabendo-se que o Ciclo de Carnot é representado por A seta_dir.png (14×20) E seta_dir.png (14×20) B seta_dir.png (14×20) C seta_dir.png (14×20) D seta_dir.png (14×20) A, analise as assertivas a seguir.

I - A quantidade de calor rejeitada para a fonte fria no ciclo B seta_dir.png (14×20) F seta_dir.png (14×20) C seta_dir.png (14×20) B é menor que a quantidade de calor rejeitada no ciclo A seta_dir.png (14×20) E seta_dir.png (14×20)seta_dir.png (14×20)A.
II - O trabalho desenvolvido pela máquina no ciclo A seta_dir.png (14×20) E seta_dir.png (14×20) B seta_dir.png (14×20) C seta_dir.png (14×20) D seta_dir.png (14×20)A é maior que o trabalho no ciclo A seta_dir.png (14×20) E seta_dir.png (14×20) B seta_dir.png (14×20) C seta_dir.png (14×20) D seta_dir.png (14×20) G seta_dir.png (14×20) A.
III - O ciclo que apresenta o maior trabalho desenvolvido pela máquina é o Ciclo de Carnot.
IV - A energia recebida pela máquina, sob a forma de trabalho, do meio externo nos ciclos A seta_dir.png (14×20) E seta_dir.png (14×20) D seta_dir.png (14×20)A e B seta_dir.png (14×20) F seta_dir.png (14×20) C seta_dir.png (14×20) B tem o mesmo módulo.

Pode-se afirmar que  


Alternativas
Q3446691 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Um êmbolo móvel, situado a uma altura de 15 cm da base de um cilindro de paredes adiabáticas e de raio R = 10 cm, confina uma porção de um gás ideal monoatômico, conforme indicado na figura a seguir. 

54.png (254×175)

Inicialmente, o gás está à temperatura ambiente e sob a pressão de 1 ∙ 105 Pa. Mantendo-se a pressão constante, uma quantidade de calor Q é fornecida ao gás que expande de forma lenta e constante, enquanto sua temperatura é elevada. Imediatamente após retirar a fonte externa de calor, verificase que a temperatura do gás aumenta e o êmbolo fica posicionado a uma altura de 25 cm. Sob essas condições, a quantidade de calor, em joules, fornecida ao gás foi igual a 
Alternativas
Q3446690 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Duas esferas maciças, A e B, de mesmo volume, são colocadas, sucessivamente, dentro de um recipiente contendo certo líquido. Em condições de equilíbrio hidrostático observase que a esfera A fica com 2/3 de seu volume submerso, enquanto a B, por sua vez, fica com 1/2 de seu volume submerso, como representado nas figuras a seguir. 

53.1.png (214×97)

Em outro momento, essas mesmas esferas, A e B, se comportam como partículas que se movimentam inicialmente em sentidos opostos, sobre um plano liso e horizontal, conforme figura a seguir, e sofrem uma colisão frontal parcialmente elástica, com coeficiente de restituição igual a 1/3. 

53.2.png (214×46)

Considerando que antes da colisão a razão entre os módulos das velocidades de B e A valia 2, VB/VA = 2, tem-se que, após a colisão, a razão entre as velocidades de B e A, V'B/V'A, será igual a
Alternativas
Q3446689 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Sobre um plano, inicialmente na direção horizontal, é apoiado um bloco de massa 1 kg e de dimensões desprezíveis, conforme figura 1. 

52.1.png (251×59)

Em seguida, o plano é inclinado para 30°, conforme figura 2; sendo que, nesse momento o bloco fica na iminência de descer ao longo do plano. 

52.2.png (254×179)

Posteriormente, uma mola ideal é presa ao topo do plano inclinado; deforma-se de 5 cm essa mola e prende-se a outra extremidade dela ao bloco, conforme figura 3. 

52.3.png (254×179)

Observa-se, então, que o bloco permanece em repouso, porém, agora na iminência de subir ao longo do plano inclinado. 

Nessas condições, a constante elástica da mola, em N/m, vale 
Alternativas
Q3446688 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Dois vetores de mesma direção e sentidos opostos, 51.png (41×17) quando somados resultam em um vetor cujo módulo vale 1,0 u. Ao se calcular a diferença entre 51.png (41×17) obtém-se um vetor cujo módulo vale 5,0 u. 

Considere um vetor 51_c.png (18×15) com módulo igual ao do vetor 51_a.png (16×19) e formando um ângulo de 120° em relação ao vetor 51_b.png (14×18) 
Nessas condições, a soma dos vetores resultará em um vetor de módulo igual a
Alternativas
Q3446687 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Um plano, perfeitamente liso, é inclinado em relação à horizontal. Em t = 0, duas partículas, A e B, de massas iguais, são colocadas, respectivamente, na base e no topo desse plano, e passam a se movimentar de acordo com as funções horárias SA = - 2 + 6t - 2,5t2 e SB = 4 - 2,5t2 , escritas em relação à origem dos espaços (0), e em unidades do SI, conforme ilustra a figura a seguir. 

50.png (265×140)

Em determinado instante A e B sofrem uma colisão perfeitamente elástica. Após essa colisão, B atinge uma altura vertical máxima, medida em metros e em relação à horizontal de referência, igual a  
Alternativas
Q3446686 Física

Na questão, quando necessário, utilize:



⋅ aceleração da gravidade: g = 10 m/s2;  


⋅ cos 30° = sen 60° = √3/2;


⋅ cos 60° = sen 30° = 1/2;


⋅ π = 3;


⋅ fator de Lorentz = 

Duas partículas A e B se deslocam ao longo de eixos retilíneos paralelos tendo suas posições, em função do tempo, dadas pelo gráfico a seguir. 

49.png (210×248)

Observa-se que a partícula A se encontra em movimento uniforme desde t = 0 e que a partícula B só inicia seu movimento uniformemente variado a partir do repouso, em t = 2,0 s.

Nessas condições, a distância, em metros, que separa as duas partículas, A e B, no instante t = 8,0 s, vale 
Alternativas
Q3446685 Inglês

Direction: Read text III to answer question.



On Children – Kalil Gibran 



ingles_3.png (353×329)


From The Prophet (Knopf, 1923). This poem is in Public Domain. Avalible on http:poets.org/poem/children-1. Accessed on June 10th, 2024.

Concerning the use of words in the text, it is correct to say that  
Alternativas
Respostas
9861: C
9862: D
9863: A
9864: B
9865: A
9866: A
9867: B
9868: C
9869: D
9870: A
9871: C
9872: B
9873: C
9874: B
9875: B
9876: D
9877: A
9878: C
9879: A
9880: A