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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679750 Filosofia
Um príncipe sábio não pode nem deve manter-se fiel às suas promessas quando, extinta a causa que o levou a fazê-las, o cumprimento delas lhes traz prejuízo. Este preceito não seria bom se os homens fossem todos bons. Como, porém, são maus e, por isso mesmo, faltariam à palavra que caso nos dessem, nada impede venhamos nós a faltar também à nossa. Razões legítimas para encobrir esta inobservância, tê-las-á sempre o príncipe, e de sobra.
Maquiavel, O Príncipe. 1512.

Sabemos que Maquiavel alterou profundamente o modo como se via e se praticava política até então. Nessa passagem, podemos observar uma dessas alterações.

Assinale a alternativa que corresponde à alteração proposta.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679749 Filosofia
Quando os gregos clássicos, especialmente Aristóteles, estabelecem os princípios da lógica, estão à procura da possibilidade de um conhecimento verdadeiro. Para que determinada sentença possa ser verdadeira, alguns requisitos são necessários. Um dos requisitos mais importantes é o princípio de não contradição, elaborado a primeira vez justamente por Aristóteles.

Assinale abaixo a alternativa que descreve o princípio da "não-contradição" conforme a lógica.
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679748 Filosofia
Faça a leitura da imagem e do texto a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

O filme Metrópolis, lançado pelo lendário diretor austríaco Fritz Lang, em 1927, retrata uma cidade fictícia no futuro, dividida em dois grupos. De um lado os dirigentes, que são ricos industriais, vivem na superfície da cidade e desfrutam dos benefícios da tecnologia. De outro, os operários que vivem nos subterrâneos e apenas sobem até a cidade para trabalhar na produção de energia, em imensas máquinas. É muito claro que Fritz Lang se inspirou numa importante teoria filosófica, política e social para desenvolver seu filme.

A que teoria a imagem e o texto se referem?
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679747 Filosofia
Leia o texto a seguir:

Um dos problemas fundamentais da filosofia na primeira fase da modernidade foi a questão do conhecimento. Quando falamos desse período, é comum que se refira a ele como uma época de revoluções epistemológicas, quer dizer, alterações profundas na forma como a sociedade até então concebia o conhecimento. Um problema especialmente importante foi o de saber a origem do conhecimento, isto é, de que modo os seres humanos podiam conhecer as coisas no mundo e neles próprios. Embora diversos filósofos dessem respostas diferentes a esse problema, podemos agrupálos em duas tendências, o racionalismo e o empirismo.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679746 Filosofia
Observe a tirinha e assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679745 Inglês
Imagem associada para resolução da questão

Considerando o texto 2, qual parágrafo apresenta relação com a ideia ilustrada na charge (texto 3)
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679743 Inglês
Observe as falas do texto e a análise atribuída a cada uma delas; em seguida, assinale a alternativa que está INCORRETA.
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679740 Inglês
In the 5 th paragraph, the word ―our‖ is used four times as a
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679737 Inglês
According to the text,
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679736 Inglês
In the 1 st paragraph, the word ―meeting‖ is used four times as
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679730 Matemática
A magnitude da corrente elétrica induzida numa espiral modifica-se senoidalmente através do tempo conforme a função
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na qual é a magnitude da corrente elétrica, medida em ampères (A), e t é o tempo, medido em segundos (s). Este tipo de corrente elétrica, que varia periodicamente de magnitude e sentido, chamase corrente elétrica alternada.

Após quanto tempo a magnitude da corrente elétrica atinge a metade do seu valor máximo pela primeira vez?
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679717 Português
Com a vida em xeque diante da COVID-19, ser humano descobre a empatia e a solidariedade como atos de preservação da espécie

Um olhar voltado para o cuidado e a atenção com o outro

"Poderia haver maior milagre do que olharmos com os olhos do outro por um instante?" A indagação é de Henry David Thoreau, historiador e filósofo americano, que morreu em 1862. No mundo individualista do século 21, será que ainda há lugar para o ser humano praticar a empatia? Ser solidário? Ter olhar para a cooperação social? Sim. Ainda bem. Caso contrário, a espécie estaria com os dias contados. Não está. Ela sobrevive porque em toda parte há pessoas que espalham o antídoto do amor e da generosidade ao ajudar quem precisa. E não só para quem está à margem da sociedade.

Philia, termo tirado do tratado Ética a Nicômaco, de Aristóteles, pode ser traduzido como amizade, amor e também empatia, ou seja, uma espécie de afeição e apreço por outra pessoa. O modo como o filósofo aplicava o termo é uma inspiração para o tempo atual: ―Fazer o bem; fazer sem que seja solicitado‖. Assim agem muitos brasileiros diante dos desafios provocados pela pandemia do novo coronavírus. É um trabalho de formiguinha, incansável, com cada um fazendo um pouco, que somado a outro pouco leva esperança e alento a muitas pessoas.

O filósofo australiano Roman Krznaric, fundador da The School of Life de Londres (badalada escola inglesa que oferece cursos livres na área de Humanidades) e descrito pelo Observer com um dos mais importantes pensadores britânicos dedicados ao estudo dos estilos de vida, acredita que a empatia pode criar uma grande mudança social. Em seu livro Empathy – A handbook for revolution ("O poder da empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo‖, Editora Zahar), ele escreveu sobre o que chama de ―a tragédia da Era da Introspecção‖, com o intenso foco no eu.

Para o filósofo, é hora de tentar algo diferente. ―Há mais de 2 mil anos, Sócrates aconselhou que o melhor caminho para viver bem e com sabedoria era o 'conhece-te a ti mesmo'‖. Pensam convencionalmente que isso exige autorreflexão: que olhemos para dentro de nós e contemplemos nossas almas. Mas podemos também passar a nos conhecer saindo de nós mesmos e aprendendo sobre vidas e culturas diferentes das nossas. É hora de forjar a 'Era da Outrospecção', e a empatia é nossa maior esperança para fazer isso.‖

Não que a empatia seja uma panaceia universal para todos os problemas do mundo, nem para todas as lutas da vida, mas ela faz a diferença na vida do outro e na própria existência. São ações diversas, inspiradoras e que podem despertar a mesma atitude em mais pessoas em dias tão difíceis. [...]

O mundo vive um sofrimento global, talvez sem precedentes na história. Diante de um inimigo comum, todos são afetados. Logo, a única alternativa é enfrentá-lo juntos e com esperança de que tudo ―dará certo‖, como tem sido o lema mundial. O momento é, portanto, de comunhão. A psicóloga clínica Maria Clara Jost, pós-doutora em Psicologia, professora da Faculdade de Ciências Médicas e pós-graduada em Filosofia, lembra que quanto mais a pessoa se fecha em um casulo menos descobre sobre si e sobre os seus valores mais próprios, acabando por intensificar sofrimentos já existentes, tendendo ao adoecimento em diversas esferas do ser.

Por outro lado, ressalta Maria Clara, se somos constituídos na relação que estabelecemos com os outros, desde o útero, então, quanto mais nos posicionarmos no sentido de abertura ao mundo, ao outro e à coletividade, em um movimento autotranscendente, maior a possibilidade de encontrar quem, muitas vezes, estava escondido num turbilhão de afazeres, por vezes sem sentido: nós mesmos.


Lilian Monteiro. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2020/04/26/interna_bem_viver,1141208/com-avida-em-xeque-diante-da-covid-19-ser-humano-descobre-a-empatia.shtml Acesso em: 30/06/2020. (Adaptado)
Releia o seguinte trecho do Texto 6: "(...) podemos também passar a nos conhecer saindo de nós mesmos e aprendendo sobre vidas e culturas diferentes das nossas. É hora de forjar a 'Era da Outrospecção' (...)" (4º parágrafo). Considerando que o autor busca aconselhar o seu interlocutor e persuadi-lo a realizar uma ação (É hora de forjar a 'Era da Outrospecção‘), conclui-se que essa sequência do texto é de tipologia
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679716 Português
Com a vida em xeque diante da COVID-19, ser humano descobre a empatia e a solidariedade como atos de preservação da espécie

Um olhar voltado para o cuidado e a atenção com o outro

"Poderia haver maior milagre do que olharmos com os olhos do outro por um instante?" A indagação é de Henry David Thoreau, historiador e filósofo americano, que morreu em 1862. No mundo individualista do século 21, será que ainda há lugar para o ser humano praticar a empatia? Ser solidário? Ter olhar para a cooperação social? Sim. Ainda bem. Caso contrário, a espécie estaria com os dias contados. Não está. Ela sobrevive porque em toda parte há pessoas que espalham o antídoto do amor e da generosidade ao ajudar quem precisa. E não só para quem está à margem da sociedade.

Philia, termo tirado do tratado Ética a Nicômaco, de Aristóteles, pode ser traduzido como amizade, amor e também empatia, ou seja, uma espécie de afeição e apreço por outra pessoa. O modo como o filósofo aplicava o termo é uma inspiração para o tempo atual: ―Fazer o bem; fazer sem que seja solicitado‖. Assim agem muitos brasileiros diante dos desafios provocados pela pandemia do novo coronavírus. É um trabalho de formiguinha, incansável, com cada um fazendo um pouco, que somado a outro pouco leva esperança e alento a muitas pessoas.

O filósofo australiano Roman Krznaric, fundador da The School of Life de Londres (badalada escola inglesa que oferece cursos livres na área de Humanidades) e descrito pelo Observer com um dos mais importantes pensadores britânicos dedicados ao estudo dos estilos de vida, acredita que a empatia pode criar uma grande mudança social. Em seu livro Empathy – A handbook for revolution ("O poder da empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo‖, Editora Zahar), ele escreveu sobre o que chama de ―a tragédia da Era da Introspecção‖, com o intenso foco no eu.

Para o filósofo, é hora de tentar algo diferente. ―Há mais de 2 mil anos, Sócrates aconselhou que o melhor caminho para viver bem e com sabedoria era o 'conhece-te a ti mesmo'‖. Pensam convencionalmente que isso exige autorreflexão: que olhemos para dentro de nós e contemplemos nossas almas. Mas podemos também passar a nos conhecer saindo de nós mesmos e aprendendo sobre vidas e culturas diferentes das nossas. É hora de forjar a 'Era da Outrospecção', e a empatia é nossa maior esperança para fazer isso.‖

Não que a empatia seja uma panaceia universal para todos os problemas do mundo, nem para todas as lutas da vida, mas ela faz a diferença na vida do outro e na própria existência. São ações diversas, inspiradoras e que podem despertar a mesma atitude em mais pessoas em dias tão difíceis. [...]

O mundo vive um sofrimento global, talvez sem precedentes na história. Diante de um inimigo comum, todos são afetados. Logo, a única alternativa é enfrentá-lo juntos e com esperança de que tudo ―dará certo‖, como tem sido o lema mundial. O momento é, portanto, de comunhão. A psicóloga clínica Maria Clara Jost, pós-doutora em Psicologia, professora da Faculdade de Ciências Médicas e pós-graduada em Filosofia, lembra que quanto mais a pessoa se fecha em um casulo menos descobre sobre si e sobre os seus valores mais próprios, acabando por intensificar sofrimentos já existentes, tendendo ao adoecimento em diversas esferas do ser.

Por outro lado, ressalta Maria Clara, se somos constituídos na relação que estabelecemos com os outros, desde o útero, então, quanto mais nos posicionarmos no sentido de abertura ao mundo, ao outro e à coletividade, em um movimento autotranscendente, maior a possibilidade de encontrar quem, muitas vezes, estava escondido num turbilhão de afazeres, por vezes sem sentido: nós mesmos.


Lilian Monteiro. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2020/04/26/interna_bem_viver,1141208/com-avida-em-xeque-diante-da-covid-19-ser-humano-descobre-a-empatia.shtml Acesso em: 30/06/2020. (Adaptado)
Para alcançar o seu interlocutor e convencê-lo a aderir às suas ideias, é comum o autor citar alguma autoridade no assunto. No Texto 6, Roman Krznaric é referido com diferentes expressões que servem não só para identificá-lo como também para defini-lo e mostrar ao leitor as suas credenciais. Assinale, entre as alternativas abaixo, a única expressão que NÃO está empregada no texto para referir Roman Krznaric.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679715 Português
Com a vida em xeque diante da COVID-19, ser humano descobre a empatia e a solidariedade como atos de preservação da espécie

Um olhar voltado para o cuidado e a atenção com o outro

"Poderia haver maior milagre do que olharmos com os olhos do outro por um instante?" A indagação é de Henry David Thoreau, historiador e filósofo americano, que morreu em 1862. No mundo individualista do século 21, será que ainda há lugar para o ser humano praticar a empatia? Ser solidário? Ter olhar para a cooperação social? Sim. Ainda bem. Caso contrário, a espécie estaria com os dias contados. Não está. Ela sobrevive porque em toda parte há pessoas que espalham o antídoto do amor e da generosidade ao ajudar quem precisa. E não só para quem está à margem da sociedade.

Philia, termo tirado do tratado Ética a Nicômaco, de Aristóteles, pode ser traduzido como amizade, amor e também empatia, ou seja, uma espécie de afeição e apreço por outra pessoa. O modo como o filósofo aplicava o termo é uma inspiração para o tempo atual: ―Fazer o bem; fazer sem que seja solicitado‖. Assim agem muitos brasileiros diante dos desafios provocados pela pandemia do novo coronavírus. É um trabalho de formiguinha, incansável, com cada um fazendo um pouco, que somado a outro pouco leva esperança e alento a muitas pessoas.

O filósofo australiano Roman Krznaric, fundador da The School of Life de Londres (badalada escola inglesa que oferece cursos livres na área de Humanidades) e descrito pelo Observer com um dos mais importantes pensadores britânicos dedicados ao estudo dos estilos de vida, acredita que a empatia pode criar uma grande mudança social. Em seu livro Empathy – A handbook for revolution ("O poder da empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo‖, Editora Zahar), ele escreveu sobre o que chama de ―a tragédia da Era da Introspecção‖, com o intenso foco no eu.

Para o filósofo, é hora de tentar algo diferente. ―Há mais de 2 mil anos, Sócrates aconselhou que o melhor caminho para viver bem e com sabedoria era o 'conhece-te a ti mesmo'‖. Pensam convencionalmente que isso exige autorreflexão: que olhemos para dentro de nós e contemplemos nossas almas. Mas podemos também passar a nos conhecer saindo de nós mesmos e aprendendo sobre vidas e culturas diferentes das nossas. É hora de forjar a 'Era da Outrospecção', e a empatia é nossa maior esperança para fazer isso.‖

Não que a empatia seja uma panaceia universal para todos os problemas do mundo, nem para todas as lutas da vida, mas ela faz a diferença na vida do outro e na própria existência. São ações diversas, inspiradoras e que podem despertar a mesma atitude em mais pessoas em dias tão difíceis. [...]

O mundo vive um sofrimento global, talvez sem precedentes na história. Diante de um inimigo comum, todos são afetados. Logo, a única alternativa é enfrentá-lo juntos e com esperança de que tudo ―dará certo‖, como tem sido o lema mundial. O momento é, portanto, de comunhão. A psicóloga clínica Maria Clara Jost, pós-doutora em Psicologia, professora da Faculdade de Ciências Médicas e pós-graduada em Filosofia, lembra que quanto mais a pessoa se fecha em um casulo menos descobre sobre si e sobre os seus valores mais próprios, acabando por intensificar sofrimentos já existentes, tendendo ao adoecimento em diversas esferas do ser.

Por outro lado, ressalta Maria Clara, se somos constituídos na relação que estabelecemos com os outros, desde o útero, então, quanto mais nos posicionarmos no sentido de abertura ao mundo, ao outro e à coletividade, em um movimento autotranscendente, maior a possibilidade de encontrar quem, muitas vezes, estava escondido num turbilhão de afazeres, por vezes sem sentido: nós mesmos.


Lilian Monteiro. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2020/04/26/interna_bem_viver,1141208/com-avida-em-xeque-diante-da-covid-19-ser-humano-descobre-a-empatia.shtml Acesso em: 30/06/2020. (Adaptado)
Para desenvolver sua tese, a autora do Texto 6 se respalda no pensamento de alguns filósofos. Em relação a Roman Krznaric, por exemplo, a autora demonstra sua adesão à seguinte ideia:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 1º Dia |
Q1679714 Português
Com a vida em xeque diante da COVID-19, ser humano descobre a empatia e a solidariedade como atos de preservação da espécie

Um olhar voltado para o cuidado e a atenção com o outro

"Poderia haver maior milagre do que olharmos com os olhos do outro por um instante?" A indagação é de Henry David Thoreau, historiador e filósofo americano, que morreu em 1862. No mundo individualista do século 21, será que ainda há lugar para o ser humano praticar a empatia? Ser solidário? Ter olhar para a cooperação social? Sim. Ainda bem. Caso contrário, a espécie estaria com os dias contados. Não está. Ela sobrevive porque em toda parte há pessoas que espalham o antídoto do amor e da generosidade ao ajudar quem precisa. E não só para quem está à margem da sociedade.

Philia, termo tirado do tratado Ética a Nicômaco, de Aristóteles, pode ser traduzido como amizade, amor e também empatia, ou seja, uma espécie de afeição e apreço por outra pessoa. O modo como o filósofo aplicava o termo é uma inspiração para o tempo atual: ―Fazer o bem; fazer sem que seja solicitado‖. Assim agem muitos brasileiros diante dos desafios provocados pela pandemia do novo coronavírus. É um trabalho de formiguinha, incansável, com cada um fazendo um pouco, que somado a outro pouco leva esperança e alento a muitas pessoas.

O filósofo australiano Roman Krznaric, fundador da The School of Life de Londres (badalada escola inglesa que oferece cursos livres na área de Humanidades) e descrito pelo Observer com um dos mais importantes pensadores britânicos dedicados ao estudo dos estilos de vida, acredita que a empatia pode criar uma grande mudança social. Em seu livro Empathy – A handbook for revolution ("O poder da empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo‖, Editora Zahar), ele escreveu sobre o que chama de ―a tragédia da Era da Introspecção‖, com o intenso foco no eu.

Para o filósofo, é hora de tentar algo diferente. ―Há mais de 2 mil anos, Sócrates aconselhou que o melhor caminho para viver bem e com sabedoria era o 'conhece-te a ti mesmo'‖. Pensam convencionalmente que isso exige autorreflexão: que olhemos para dentro de nós e contemplemos nossas almas. Mas podemos também passar a nos conhecer saindo de nós mesmos e aprendendo sobre vidas e culturas diferentes das nossas. É hora de forjar a 'Era da Outrospecção', e a empatia é nossa maior esperança para fazer isso.‖

Não que a empatia seja uma panaceia universal para todos os problemas do mundo, nem para todas as lutas da vida, mas ela faz a diferença na vida do outro e na própria existência. São ações diversas, inspiradoras e que podem despertar a mesma atitude em mais pessoas em dias tão difíceis. [...]

O mundo vive um sofrimento global, talvez sem precedentes na história. Diante de um inimigo comum, todos são afetados. Logo, a única alternativa é enfrentá-lo juntos e com esperança de que tudo ―dará certo‖, como tem sido o lema mundial. O momento é, portanto, de comunhão. A psicóloga clínica Maria Clara Jost, pós-doutora em Psicologia, professora da Faculdade de Ciências Médicas e pós-graduada em Filosofia, lembra que quanto mais a pessoa se fecha em um casulo menos descobre sobre si e sobre os seus valores mais próprios, acabando por intensificar sofrimentos já existentes, tendendo ao adoecimento em diversas esferas do ser.

Por outro lado, ressalta Maria Clara, se somos constituídos na relação que estabelecemos com os outros, desde o útero, então, quanto mais nos posicionarmos no sentido de abertura ao mundo, ao outro e à coletividade, em um movimento autotranscendente, maior a possibilidade de encontrar quem, muitas vezes, estava escondido num turbilhão de afazeres, por vezes sem sentido: nós mesmos.


Lilian Monteiro. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2020/04/26/interna_bem_viver,1141208/com-avida-em-xeque-diante-da-covid-19-ser-humano-descobre-a-empatia.shtml Acesso em: 30/06/2020. (Adaptado)
Considerando a proposta temática do Texto 6, é CORRETO afirmar que duas de suas palavraschave são:
Alternativas
Q1676061 Inglês

Texto 5 


Coronavirus has swept through tribes, killing elders and inflicting irreparable damage on tribal history, culture and medicine


   When Bep Karoti Xikrin fell ill with Covid-19, he refused to go to a hospital. The 64-year-old chief of a Xikrin indigenous village in Brazil’s Amazon was plagued by headaches and fatigue and struggled for breath. But, according to his daughter Bekuoi Raquel, he was afraid that if he were admitted to hospital he might never return.


   Instead, he died in his village – and with him, was lost decades of knowledge and leadership. “He knew so much about things we haven’t even experienced,” said Bekuoi, 21. “Everyone admired him. He was very loved.”


   As Brazil’s confirmed overall death toll from Covid-19 passes 50,000, the virus is scything through the country’s indigenous communities, killing chiefs, elders and traditional healers – and raising fears that alongside the toll of human lives, the pandemic may inflict irreparable damage on tribal knowledge of history, culture and natural medicine.


   The Munduruku people alone have lost 10 sábios, or wise ones. “We always say they are living libraries,” said Alessandra Munduruku, a tribal leader. “It’s been very painful.”


   The victims include prominent figures such as Paulinho Paiakan, a Kayapó leader who fought alongside rock star Sting against the Belo Monte dam.


   The indigenous organisation Apib has logged at least 332 Covid-19 deaths, and 7,208 coronavirus cases across 110 communities. “We are facing extermination,” said its executive coordinator, Dinamam Tuxá.


   Indigenous leaders such as Tuxá say the government of the far-right president, Jair Bolsonaro, is failing to protect the country’s 900,000 indigenous people – many of whom live in small communities, where dozens often share the same house.


   Tuxá said Brazil’s Funai indigenous agency has taken too long to send emergency food kits to people isolating in their villages, forcing them to risk infection by traveling to nearby towns for emergency government payments. Funai said it had delivered 82,000 basic food kits and 43,000 hygiene kits.


   Some leaders even blame government health workers for bringing the virus. Katia Silene Akrãtikatêjê, 51, a chief from the Gavião tribe in Pará state, believes she caught Covid-19 after a government health team visited their village to give flu vaccines. “Everyone got sick from there on,” she said.

From: shorturl.at/finAM. Accessed on 07/01/2020


As críticas que o líder indígena Tuxá fez estão relacionadas ao fato de o governo federal:
Alternativas
Q1676060 Inglês

Texto 5 


Coronavirus has swept through tribes, killing elders and inflicting irreparable damage on tribal history, culture and medicine


   When Bep Karoti Xikrin fell ill with Covid-19, he refused to go to a hospital. The 64-year-old chief of a Xikrin indigenous village in Brazil’s Amazon was plagued by headaches and fatigue and struggled for breath. But, according to his daughter Bekuoi Raquel, he was afraid that if he were admitted to hospital he might never return.


   Instead, he died in his village – and with him, was lost decades of knowledge and leadership. “He knew so much about things we haven’t even experienced,” said Bekuoi, 21. “Everyone admired him. He was very loved.”


   As Brazil’s confirmed overall death toll from Covid-19 passes 50,000, the virus is scything through the country’s indigenous communities, killing chiefs, elders and traditional healers – and raising fears that alongside the toll of human lives, the pandemic may inflict irreparable damage on tribal knowledge of history, culture and natural medicine.


   The Munduruku people alone have lost 10 sábios, or wise ones. “We always say they are living libraries,” said Alessandra Munduruku, a tribal leader. “It’s been very painful.”


   The victims include prominent figures such as Paulinho Paiakan, a Kayapó leader who fought alongside rock star Sting against the Belo Monte dam.


   The indigenous organisation Apib has logged at least 332 Covid-19 deaths, and 7,208 coronavirus cases across 110 communities. “We are facing extermination,” said its executive coordinator, Dinamam Tuxá.


   Indigenous leaders such as Tuxá say the government of the far-right president, Jair Bolsonaro, is failing to protect the country’s 900,000 indigenous people – many of whom live in small communities, where dozens often share the same house.


   Tuxá said Brazil’s Funai indigenous agency has taken too long to send emergency food kits to people isolating in their villages, forcing them to risk infection by traveling to nearby towns for emergency government payments. Funai said it had delivered 82,000 basic food kits and 43,000 hygiene kits.


   Some leaders even blame government health workers for bringing the virus. Katia Silene Akrãtikatêjê, 51, a chief from the Gavião tribe in Pará state, believes she caught Covid-19 after a government health team visited their village to give flu vaccines. “Everyone got sick from there on,” she said.

From: shorturl.at/finAM. Accessed on 07/01/2020


De acordo com o texto, a população indígena do Brasil teme que a COVID-19:
Alternativas
Q1676059 Inglês

Texto 4


Coronavirus is 10 times deadlier than swine flu: WHO


   COVID-19, the disease caused by coronavirus, is officially 10 times deadlier than the H1N1 swine flu strain that ripped across much of the world in 2009, the World Health Organization (WHO) confirmed Monday.


   The only way to truly halt the spread is a vaccine, WHO chief Tedros Adhanom Ghebreyesus said in a briefing from Geneva. More than 1.8 million people have been infected so far worldwide, and at least 115,000 have died.


   “Evidence from several countries is giving us a clearer picture about this virus, how it behaves, how to stop it and how to treat it,” Tedros said. “We know that COVID-19 spreads fast, and we know that it is deadly – 10 times deadlier than the 2009 flu pandemic.”


   While swine flu, as it was popularly known, killed 18,500 people, the true toll may have been closer to between 151,700 and 575,400, Agence France Presse (AFP) reported, citing The Lancet.


   “We know that the virus can spread more easily in crowded environments like nursing homes,” Tedros continued. “We know that early case finding, testing, isolating, caring for every case, and tracing every contact is essential for stopping transmission.”


   Pointing out that in some countries cases are doubling every three to four days, the disease accelerates fast but “decelerates much more slowly,” Tedros said. “In other words, the way down is much slower than the way up,” he said. “That means control measures must be lifted slowly and with control.”


   Tedros cautioned that restarting the shutdown portions of the economy in the U.S. and other countries whose leaders have been anxious to loosen restrictions could prove deadly. He also exhorted everyone around the world to work together, as several development ministers from the United Kingdom, Denmark, Iceland, Finland, Germany, Norway and Sweden had done in a recent joint editorial.

From: shorturl.at/fhjPR. Accessed on 04/14/2020

Para o diretor da OMS, a solução mais eficaz para parar a propagação do corona vírus é:
Alternativas
Q1676058 Inglês

Texto 4


Coronavirus is 10 times deadlier than swine flu: WHO


   COVID-19, the disease caused by coronavirus, is officially 10 times deadlier than the H1N1 swine flu strain that ripped across much of the world in 2009, the World Health Organization (WHO) confirmed Monday.


   The only way to truly halt the spread is a vaccine, WHO chief Tedros Adhanom Ghebreyesus said in a briefing from Geneva. More than 1.8 million people have been infected so far worldwide, and at least 115,000 have died.


   “Evidence from several countries is giving us a clearer picture about this virus, how it behaves, how to stop it and how to treat it,” Tedros said. “We know that COVID-19 spreads fast, and we know that it is deadly – 10 times deadlier than the 2009 flu pandemic.”


   While swine flu, as it was popularly known, killed 18,500 people, the true toll may have been closer to between 151,700 and 575,400, Agence France Presse (AFP) reported, citing The Lancet.


   “We know that the virus can spread more easily in crowded environments like nursing homes,” Tedros continued. “We know that early case finding, testing, isolating, caring for every case, and tracing every contact is essential for stopping transmission.”


   Pointing out that in some countries cases are doubling every three to four days, the disease accelerates fast but “decelerates much more slowly,” Tedros said. “In other words, the way down is much slower than the way up,” he said. “That means control measures must be lifted slowly and with control.”


   Tedros cautioned that restarting the shutdown portions of the economy in the U.S. and other countries whose leaders have been anxious to loosen restrictions could prove deadly. He also exhorted everyone around the world to work together, as several development ministers from the United Kingdom, Denmark, Iceland, Finland, Germany, Norway and Sweden had done in a recent joint editorial.

From: shorturl.at/fhjPR. Accessed on 04/14/2020

A respeito da abertura do comércio, Tedros Adhanom Ghebreyesus diz que:
Alternativas
Q1676057 Inglês

Texto 4


Coronavirus is 10 times deadlier than swine flu: WHO


   COVID-19, the disease caused by coronavirus, is officially 10 times deadlier than the H1N1 swine flu strain that ripped across much of the world in 2009, the World Health Organization (WHO) confirmed Monday.


   The only way to truly halt the spread is a vaccine, WHO chief Tedros Adhanom Ghebreyesus said in a briefing from Geneva. More than 1.8 million people have been infected so far worldwide, and at least 115,000 have died.


   “Evidence from several countries is giving us a clearer picture about this virus, how it behaves, how to stop it and how to treat it,” Tedros said. “We know that COVID-19 spreads fast, and we know that it is deadly – 10 times deadlier than the 2009 flu pandemic.”


   While swine flu, as it was popularly known, killed 18,500 people, the true toll may have been closer to between 151,700 and 575,400, Agence France Presse (AFP) reported, citing The Lancet.


   “We know that the virus can spread more easily in crowded environments like nursing homes,” Tedros continued. “We know that early case finding, testing, isolating, caring for every case, and tracing every contact is essential for stopping transmission.”


   Pointing out that in some countries cases are doubling every three to four days, the disease accelerates fast but “decelerates much more slowly,” Tedros said. “In other words, the way down is much slower than the way up,” he said. “That means control measures must be lifted slowly and with control.”


   Tedros cautioned that restarting the shutdown portions of the economy in the U.S. and other countries whose leaders have been anxious to loosen restrictions could prove deadly. He also exhorted everyone around the world to work together, as several development ministers from the United Kingdom, Denmark, Iceland, Finland, Germany, Norway and Sweden had done in a recent joint editorial.

From: shorturl.at/fhjPR. Accessed on 04/14/2020

De acordo com o texto, podemos afirmar que
Alternativas
Respostas
5541: B
5542: C
5543: A
5544: B
5545: B
5546: C
5547: B
5548: C
5549: A
5550: E
5551: A
5552: D
5553: A
5554: C
5555: B
5556: B
5557: D
5558: C
5559: A
5560: B