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    50 questões encontradas
    Ano: 2012
    Banca: UPENET/IAUPE
    Órgão: JUCEPE
    TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.

                                                        COMERCIANTE EM CRISE
    - Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
    - As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
    - Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
    - Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
    - E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
    - Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
    Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012. 

    Interpretando-se o texto, tem-se como CORRETO o que se afirma na alternativa

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    Ano: 2012
    Banca: UPENET/IAUPE
    Órgão: JUCEPE
    TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.

                                                        COMERCIANTE EM CRISE
    - Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
    - As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
    - Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
    - Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
    - E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
    - Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
    Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012. 

    Segundo o texto, o comerciante Honório era

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    03
    Q231211
    Ano: 2012
    Banca: UPENET/IAUPE
    Órgão: JUCEPE
    TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.

                                                        COMERCIANTE EM CRISE
    - Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
    - As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
    - Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
    - Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
    - E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
    - Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
    Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012. 

    Analise o fragmento abaixo:

    A loja está vazia?
    - Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
    - Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio... 

    Assinale a alternativa CORRETA.

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    Ano: 2012
    Banca: UPENET/IAUPE
    Órgão: JUCEPE
    TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.

                                                        COMERCIANTE EM CRISE
    - Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
    - As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
    - Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
    - Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
    - E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
    - Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
    Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012. 

    Observe os termos sublinhados dos itens abaixo :

    I. “Mas, e o senhor vai desistir ?"
    II. “Nunca, mas vou me aperriar um bocado..."
    III. “Mas tudo passa, sr. Honório."
    IV. “...vamos apertar os cintos que 'a coisa tá preta'".
    V. “...penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou..."

    Sobre eles, está CORRETO o que se declara na alternativa

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    Ano: 2012
    Banca: UPENET/IAUPE
    Órgão: JUCEPE
    TEXTO 02 para as questões de 05 a 09.

    Viu o sorriso. Sorriso cínico, imoral, de quem se divertia. O sorriso não havia mudado; contra ele nada tinham obtido os especialistas da funerária. Também ela, Vanda, esquecera de recomendar-lhes, de pedir uma fisionomia mais a caráter, mais de acordo com a solenidade da morte. Continuara aquele sorriso de Quincas Berro D'água e, diante desse sorriso de mofa e gozo, de que adiantavam sapatos novos - novos em folha, enquanto o pobre Leonardo tinha de mandar botar, pela segunda vez, meia-sola nos seus - , de que adiantavam roupa negra, camisa alva, barba feita, cabelo engomado, mãos postas em oração? Porque Quincas ria daquilo tudo, um riso que se ia ampliando, alargando, que aos poucos ressoava na pocilga imunda. Ria com os lábios e com os olhos, olhos a fitarem o monte de roupa suja e remendada, esquecida num canto pelos homens da funerária. O sorriso de Quincas Berro D'água. AMADO, Jorge. A Morte e a morte de Quincas Berro D'água. Ed. Record. 88 ed. 2001. P. 36
    O texto 02 tem como cenário

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