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Q3135531 Português
Leia o texto abaixo para responder as questões 09 e 10.

Imagem associada para resolução da questão
No texto acima, os verbos permite e estressar, quanto à transitividade, são classificados, RESPECTIVIMENTE, como: 
Alternativas
Q3133422 Português


(Autor: Pietro Soldi) 
Acerca da classe verbal, analise as assertivas abaixo:

I. Na frase A casa onde seu pai nasceu, o verbo nasceu é intransitivo.
II. O verbo empregou está conjugado no pretérito perfeito do indicativo.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3132685 Português
Assinale a alternativa CORRETA para as regências: verbal e nominal.

I- Giovana gostaria de viajar para o Chile.
II- Estou apto a dirigir.
Alternativas
Q3131299 Português

Canção para os fonemas da alegria


                               Thiago de Mello


Peço licença para algumas coisas.

Primeiramente para desfraldar

este canto de amor publicamente. 


Sucede que só sei dizer amor

quando reparto o ramo azul de estrelas

que em meu peito floresce de menino.


Peço licença para soletrar,

no alfabeto do sol pernambucano,

a palavra ti-jo-lo, por exemplo, 


e poder ver que dentro dela vivem

paredes, aconchegos e janelas,

e descobrir que todos os fonemas 


são mágicos sinais que vão se abrindo

constelação de girassóis gerando

em círculos de amor que de repente

estalam como flor no chão da casa. 


Às vezes nem há casa: é só o chão.

Mas sobre o chão quem reina agora é um homem

diferente, que acaba de nascer: 


porque unindo pedaços de palavras

aos poucos vai unindo argila e orvalho,

tristeza e pão, cambão e beija-flor,


e acaba por unir

a própria vida no seu peito partida e repartida

quando afinal descobre num clarão 


que o mundo é seu também, que o seu trabalho

não é a pena que paga por ser homem,

mas um modo de amar — e de ajudar 


o mundo a ser melhor. Peço licença

para avisar que, ao gosto de Jesus,

este homem renascido é um homem novo:


ele atravessa os campos espalhando

a boa-nova, e chama os companheiros

a pelejar no limpo, fronte a fronte, 


contra o bicho de quatrocentos anos,

mas cujo fel espesso não resiste

a quarenta horas de total ternura. 


Peço licença para terminar

soletrando a canção de rebeldia

que existe nos fonemas da alegria:


canção de amor geral que eu vi crescer

nos olhos do homem que aprendeu a ler. 


Thiago de Mello. Faz escuro mas eu canto. São Paulo: Global Editora, 2017. 

Julgue o item que se segue, relativo à análise linguística do poema precedente.
No último verso da décima segunda estrofe, o emprego do vocábulo “a” justifica-se pela regência do verbo ‘resistir’, expresso sob a forma “resiste”. 
Alternativas
Q3129458 Português
Qual frase apresenta o uso adequado da regência nominal?
Alternativas
Q3129358 Português
A regência nominal não está adequada à norma padrão em qual frase?
Alternativas
Q3128474 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.

Por que é importante incluir os direitos humanos no debate sobre as mudanças climáticas e outros contextos de emergência?

Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental

Andressa Caldas, Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 21 de outubro de
2024


A América Latina enfrenta hoje um grande desafio. Além de ser a região mais desigual do planeta, nos últimos tempos também temos assistido a eventos que tensionam os Estados e suas possibilidades de intervenção e resposta, como as diferentes crises provocadas por fenômenos até então desconhecidos ou que já conhecíamos, mas que estão adquirindo novas formas.

Basta observar as recentes inundações no Rio Grande do Sul, os incêndios florestais na Amazônia, as históricas secas ou as doenças epidêmicas (como dengue, chikungunya, cólera e o vírus Zika) e pandemias que não cessam, para perceber essas consequências. Esses eventos aprofundam as desigualdades já existentes e prejudicam certos grupos populacionais, especialmente vulneráveis, em detrimento de outros.

São fatos que podemos chamar de contextos críticos e de emergência, e que ocorrem em um mundo cada vez mais afetado por crises interconectadas que envolvem crises ambientais (que podem provocar migrações forçadas), insegurança alimentar e pandemias com novas doenças.

Embora muitos Estados da região tenham feito esforços para mitigar os efeitos das crises, esses esforços muitas vezes se mostraram fragmentários e insuficientes. Da mesma forma, as coordenações regionais para gerenciar as ameaças e responder aos contextos críticos e de emergência, incluindo a pandemia de covid-19 e seus impactos posteriores, tiveram algumas limitações.

Nesse cenário, o papel da sociedade civil, redes, movimentos e organizações sociais que atuam em conjunto com a comunidade tem sido fundamental para enfrentar os desafios impostos por esses novos cenários em toda a região. Além disso, a necessidade de proteção, assistência humanitária e afirmação dos direitos humanos se tornou um tema cada vez mais relevante. 

É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas. A América Latina tem um papel estratégico em relação aos contextos críticos e de emergência. Não é apenas uma região de refúgio diante das guerras, mas também pode oferecer soluções para problemas globais em energia, segurança alimentar, biodiversidade, conhecimento e na construção de políticas públicas com enfoque em direitos humanos.

A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência.

Valorizar o papel e protagonismo dos diversos movimentos, redes e organizações sociais que estão nos territórios e trabalham articulados com as comunidades afetadas é imprescindível para alcançar uma gestão e planejamento eficazes das políticas públicas. Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental para enfrentar esses novos riscos e desafios.

(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2024/10/21/por-que-e-importante-incluir -os-direitos-humanos-no-debate-sobre-as-mudancas-climaticas-e-outro s-contextos-de-emergencia. Acesso em 03 nov. 2024. Adaptado.)

Leia os excertos que seguem:


I."É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas."


II."A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência."


Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas.


(__) Em I, no trecho "no discurso e nas políticas públicas", a preposição em pode ser substituída pela preposição a, fazendo as contrações necessárias. Desse modo, teremos uma crase em "às políticas públicas". Essa substituição não causará mudança de sentido ao texto. 


(__) Em I, no trecho "frente às consequências das mudanças climáticas", a crase é facultativa.


(__) Em II, no trecho "as respostas às crises e os cenários de recuperação", a crase é obrigatória porque temos um caso de regência nominal.


(__) Ainda no mesmo trecho, "os cenários" pede a preposição a, formando a contração "aos", também devido à regência nominal da palavra "respostas".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3128221 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de regência a frase:
Alternativas
Q3127945 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Por que é importante incluir os direitos humanos no debate sobre as mudanças climáticas e outros contextos de emergência?

Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental


Andressa Caldas, Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 21 de outubro de

2024 


A América Latina enfrenta hoje um grande desafio. Além de ser a região mais desigual do planeta, nos últimos tempos também temos assistido a eventos que tensionam os Estados e suas possibilidades de intervenção e resposta, como as diferentes crises provocadas por fenômenos até então desconhecidos ou que já conhecíamos, mas que estão adquirindo novas formas.


Basta observar as recentes inundações no Rio Grande do Sul, os incêndios florestais na Amazônia, as históricas secas ou as doenças epidêmicas (como dengue, chikungunya, cólera e o vírus Zika) e pandemias que não cessam, para perceber essas consequências. Esses eventos aprofundam as desigualdades já existentes e prejudicam certos grupos populacionais, especialmente vulneráveis, em detrimento de outros. 


São fatos que podemos chamar de contextos críticos e de emergência, e que ocorrem em um mundo cada vez mais afetado por crises interconectadas que envolvem crises ambientais (que podem provocar migrações forçadas), insegurança alimentar e pandemias com novas doenças.


Embora muitos Estados da região tenham feito esforços para mitigar os efeitos das crises, esses esforços muitas vezes se mostraram fragmentários e insuficientes. Da mesma forma, as coordenações regionais para gerenciar as ameaças e responder aos contextos críticos e de emergência, incluindo a pandemia de covid-19 e seus impactos posteriores, tiveram algumas limitações. 


Nesse cenário, o papel da sociedade civil, redes, movimentos e organizações sociais que atuam em conjunto com a comunidade tem sido fundamental para enfrentar os desafios impostos por esses novos cenários em toda a região. Além disso, a necessidade de proteção, assistência humanitária e afirmação dos direitos humanos se tornou um tema cada vez mais relevante.


É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas. A América Latina tem um papel estratégico em relação aos contextos críticos e de emergência. Não é apenas uma região de refúgio diante das guerras, mas também pode oferecer soluções para problemas globais em energia, segurança alimentar, biodiversidade, conhecimento e na construção de políticas públicas com enfoque em direitos humanos.


A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência.


Valorizar o papel e protagonismo dos diversos movimentos, redes e organizações sociais que estão nos territórios e trabalham articulados com as comunidades afetadas é imprescindível para alcançar uma gestão e planejamento eficazes das políticas públicas. Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental para enfrentar esses novos riscos e desafios. 



(Disponível em:

https://www.brasildefato.com.br/2024/10/21/por-que-e-importante-incluir -os-direitos-humanos-no-debate-sobre-as-mudancas-climaticas-e-outro s-contextos-de-emergencia. Acesso em 03 nov. 2024. Adaptado.)

Leia os excertos que seguem:


I."É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas."

II."A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência."


Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas.


(__) Em I, no trecho "no discurso e nas políticas públicas", a preposição em pode ser substituída pela preposição a, fazendo as contrações necessárias. Desse modo, teremos uma crase em "às políticas públicas". Essa substituição não causará mudança de sentido ao texto. 

(__) Em I, no trecho "frente às consequências das mudanças climáticas", a crase é facultativa.

(__) Em II, no trecho "as respostas às crises e os cenários de recuperação", a crase é obrigatória porque temos um caso de regência nominal.

(__) Ainda no mesmo trecho, "os cenários" pede a preposição a, formando a contração "aos", também devido à regência nominal da palavra "respostas".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3123756 Português
Analise os trechos a seguir e marque o correto quanto à regência verbal e nominal.
Alternativas
Q3122413 Português

Internet:<www.oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Com base no texto, julgue o item seguinte. 


A forma verbal “foram” (linha 30) é de um verbo de ligação. 

Alternativas
Q3122408 Português

Internet:<www.oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Com base no texto, julgue o item seguinte. 


Em “assistindo TV” (linhas 3 e 4), a regência do verbo foi respeitada conforme a norma‑padrão.

Alternativas
Q3122285 Português

Internet: <www.machado.mec.gov.br>  (com adaptações). 

Com base no texto, julgue o item a seguir. 


Na fala do verme gordo, “roer” foi usado com diferentes transitividades. No final da fala, “roemos”, na linha 18, é transitivo direto.

Alternativas
Q3122196 Português
Em qual dos períodos abaixo a regência verbal padrão foi totalmente contemplada?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Manhuaçu - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Analista Jurídico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Arquiteto | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Auditor de Controle Interno | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Dentista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Bioquímico/Farmacêutico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Educador Físico Serviço de Saúde | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Terapeuta Ocupacional | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Elétrico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Fonoaudiólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Enfermeiro | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Fisioterapeuta | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Médico Veterinário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Civil |
Q3121676 Português
Leia o texto, observando as lacunas.

Brasil é o país com mais casos de dengue no mundo, alerta OMS


No Brasil, levantamento feito pela plataforma AdaptaBrasil, mostrou que ______ mudanças climáticas no Brasil podem levar _______ proliferação de vetores, como o mosquito Aedes aegypti e, em consequência, ao agravamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. A plataforma é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),


EL PAÍS. Brasil é o país com mais casos de dengue no mundo, alerta OMS. Disponível em: https://agenciabrasil. ebc.com.br/saude/noticia/2023-12/brasil-e-pais-com-mais-casos-de-dengue-no-mundo-mostra-dados-da-oms. Acesso em: 7 ago. 2024. [Fragmento adaptado]


As lacunas no texto anterior devem ser preenchidas, respectivamente, com
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Manhuaçu - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Analista Jurídico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Arquiteto | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Auditor de Controle Interno | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Dentista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Bioquímico/Farmacêutico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Educador Físico Serviço de Saúde | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Terapeuta Ocupacional | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Elétrico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Fonoaudiólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Enfermeiro | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Fisioterapeuta | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Médico Veterinário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Manhuaçu - MG - Engenheiro Civil |
Q3121670 Português

Leia esta sentença: 



Nós fomos no cinema assistir aquele filme novo que todo mundo tá falando.



Assinale a alternativa que apresenta a correção da frase anterior de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q3121511 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


O preço do vazio


Após almoçarmos em um sofisticado shopping de São Paulo, eu e uma amiga decidimos olhar vitrines. Fiquei assustada com os preços: uma bolsa custava R$ 11 mil! Tudo bem, é de grife italiana, mas... uma bolsa?


Enquanto esperávamos o Uber, vimos duas crianças, gêmeas idênticas, acompanhadas por suas respectivas babás. Fiquei pensando: que vida terão essas meninas? Estarão sempre protegidas numa redoma? Ao crescerem, saberão enfrentar adversidades? Não questiono a presença de babás, mas "duas babás" me fizeram refletir: haverá espaço para a mãe?


No mesmo local, uma mulher com um motorista carregava várias sacolas. Imaginei o valor daquelas compras. Claro, esses preços existem porque há quem pague. Mas minha consciência não permitiria tal extravagância, especialmente em um país onde muitos lutam para pagar as contas básicas.


No dia seguinte, caminhando pelo Parque Ibirapuera, vimos um mundo mais simples e real: famílias, crianças, bicicletas e cachorros. Um café e um pão de queijo bastaram para a tarde. Conversamos sobre os passeios com minhas filhas no Parque Municipal, tempos em que as crianças eram crianças. Um lago com pedalinhos, o pipoqueiro, balões a gás e vestidinhos coloridos da Feira Hippie compunham a "Disneylândia" da infância delas.


Lembramos como a vida era mais simples. Quando "não" era "não", um machucado se resolvia com carinho e Merthiolate, e perder um dente trazia histórias de fadas e sorvete.


A tarde passou rápido. Era hora de voltar ao presente, chamar o Uber e enfrentar o mundo lá fora.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/o-preco-do-vazio -1.2220555 

No trecho "Minha consciência não permitiria tal extravagância, especialmente em um país onde muitos lutam para pagar as contas básicas.", do texto O preço do vazio, assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência verbal e nominal: 
Alternativas
Q3121467 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Roupas-borboletas


Meu amigo Zé Klein jamais vestiu novamente o suéter preto que usou no enterro do pai. Ele o guarda há duas décadas como um sudário, gêmeo do pesar, enterrado na gaveta desde a data de falecimento.


É capaz de usar qualquer peça que foi do pai, mas não aquela que vestiu na despedida. Pois há vida na roupa do morto, enquanto a sua carrega apenas a morte.


É difícil ressignificar roupas após um adeus doloroso. Talvez porque, naquele momento, sentimos a alma nua. E, após enfrentar a angústia do velório, não queremos reviver os mesmos calafrios. Evitamos a roupa para não reencenar mentalmente o caixão baixando lentamente.


A muda de roupa é sacrificada. Deixa de aquecer e servir, tornando-se um tecido extinto.


Entendo o hábito de descartar o que usamos no dia de uma perda. Essas peças não guardam conexão com a saudade, mas simbolizam o fim. Saudade é preservar o que existia enquanto a pessoa vivia, não aquilo que marca sua ausência.


Meu primeiro presente para Beatriz foi o vestido que ela usou no enterro da mãe. Sabia que aquela peça teria um destino único e definitivo. O coração não permitiria que o traje ressuscitasse.


Aquele vestido era como uma borboleta rara, com a missão de sobrevoar por um único dia o jardim da ausência, embelezando a falta, trazendo brilho ao céu das perdas.


Imagino o orgulho de sua mãe, Clara, na outra dimensão. De alguma forma, ela deve ter visto sua filha vestida da fugacidade exuberante de uma borboleta, a mais linda entre todos os presentes.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/22/roup as-borboletas

No texto "Roupas-borboletas", de Fabrício Carpinejar, a relação entre os verbos e seus complementos, bem como a regência dos nomes, reflete o cuidado com a norma culta da língua. Sobre a regência verbal e nominal no trecho "Entendo o hábito de descartar o que usamos no dia de uma perda", analise as alternativas e assinale a correta:

Alternativas
Q3120588 Português
      Embora Gregor tentasse convencer-se de que nada de anormal se passava, que se tratava apenas de uma mudança de alguns móveis de lugar, acabou por reconhecer que as idas e vindas das mulheres, os sons momentâneos que produziam e o arrastar de móveis lhe provocavam grande perturbação de todos os lados ao mesmo tempo e, por mais que encolhesse a cabeça e as pernas e se achatasse no chão, viu-se com a certeza de que não poderia continuar a suportar tudo aquilo por muito tempo. Tiravam-lhe tudo do quarto, privavam-no de tudo o que lhe agradava (...) Não conseguia se deter a analisar as boas intenções das duas mulheres, de cuja existência quase tinha esquecido àquela altura, visto estarem tão exaustas que se dedicavam ao trabalho em silêncio. Ouvia-se apenas o pesado arrastar dos pés de ambas.

KAFKA, Franz. A metamorfose. São Paulo: Faro editorial, 2023, p. 61.

Considerando-se a regência de alguns verbos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3120508 Português
O texto seguinte servirá de base para responder àsa questão.


Só matando


As trapalhadas ambientais do bicho-homem


Ao observar os tentilhões de Galápagos, Darwin admirou as adaptações naturais das aves e revolucionou a ciência. Contudo, se visse as ações humanas atuais, talvez criasse a teoria da "Involução". Em nome do lucro, o homem interfere na natureza, causando danos irreversíveis.

Um exemplo é a tilápia. Apesar de ser um peixe de água doce, ela já aparece no mar brasileiro, de Santa Catarina ao Maranhão, desestabilizando o ecossistema marinho. Escapando de criatórios, usa rios como rota de transição e invade novos ambientes. Outro problema nos mares é o peixe-leão, uma espécie asiática que chegou aqui possivelmente pela água de lastro de navios ou por aquários irresponsáveis. Tóxico e voraz, já devasta espécies nativas e ameaça banhistas.

Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo. O governo agora planeja abater centenas deles. No Brasil, criadores trouxeram caramujos africanos nos anos 1980, mas o plano gastronômico fracassou. Abandonados, esses moluscos se reproduziram e viraram pragas, transmitindo doenças graves.

Outro caso é o javaporco, híbrido de porco doméstico e javali, que devasta plantações no Sul e Centro-Oeste. Esses animais agressivos e transmissores de doenças cresceram 500% em número desde 1989. A única solução eficaz seria o controle por caça, mas restrições impostas pelo governo dificultam a situação, deixando produtores desamparados.

Em meio a tudo isso, surge a ironia: será que veremos ONGs ou comissões absurdas apoiando essas espécies invasoras, enquanto os verdadeiros problemas continuam negligenciados?


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/so-matando-1.327 1025
Leia o trecho do texto abaixo para responder à questão.
"Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo."
Analise as relações de regência verbal e nominal no trecho e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
461: D
462: C
463: C
464: C
465: D
466: A
467: A
468: B
469: A
470: D
471: C
472: E
473: E
474: A
475: B
476: D
477: C
478: B
479: B
480: A