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Q4039573 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No trecho “Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.”, os termos em destaque podem ser classificados quanto à quantidade de sílabas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4039571 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Os termos “no Brasil” e “histórica”, destacados respectivamente no primeiro e no terceiro parágrafos do texto, classificam-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q4039570 Português
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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Assinale a alternativa cujo termo em destaque representa o sujeito da oração. 
Alternativas
Q4039569 Português
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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Releia o último parágrafo do texto. 

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Quanto ao nível da linguagem, o parágrafo em destaque apresenta:
Alternativas
Q4039568 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
A função comunicativa do texto apresentado é: 
Alternativas
Q4039566 Antropologia

No âmbito da tipologia de museus, um Museu de Antropologia e Etnografia está relacionado com: 

Alternativas
Q4039565 Legislação Federal

Segundo os efeitos do tombamento descritos no Decreto-Lei nº 25, de novembro de 1937, um bem tombado:

Alternativas
Q4039564 Conhecimentos Gerais

A Política Nacional de Museus instituída em 2003 possui sete eixos programáticos. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que apresenta corretamente três dos sete eixos da referida Política.

Alternativas
Q4039563 História

O programa Pontos de Memória foi criado em 2009 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de uma política pública de direito à memória. Com o foco no desenvolvimento de ações pautadas no auxílio à criação de processos de produção e institucionalização de memórias referentes à diversidade cultural, o referido programa se estrutura sobre alguns eixos. Nesse contexto, analise os eixos apresentados a seguir e assinale a alternativa correta.



I. Articulação ‒ ações voltadas para propiciar o contato entre Pontos de Memória e deles com instituições afetas ao tema da museologia social.



II. Fomento ‒ ações destinadas a apoiar financeiramente os Pontos de Memória, destinando recursos para a execução de projetos culturais.



III. Capacitação ‒ ações de capacitação e qualificação que têm como objetivo fornecer aos representantes de Pontos de Memória os referenciais conceituais e metodológicos para o desenvolvimento de projetos e ampliação de suas atividades.



IV. Promoção ‒ ações de incentivo à realização de inventários participativos para a identificação de grupos e indivíduos.



V. Estímulo ‒ ações de estímulo à construção de narrativas de memórias semelhantes aos museus tradicionais.

Alternativas
Q4039562 Museologia

Qual das alternativas abaixo melhor contempla o conceito de Preservação? 

Alternativas
Q4039561 Conhecimentos Gerais

O estado físico natural de um objeto depende de quais fatores? 

Alternativas
Q4039559 Museologia

Considera-se museu virtual aquele que:

Alternativas
Q4039558 Museologia

De acordo com Cury (2005), assinale a alternativa que apresenta os tipos de avaliação de exposições que devem ser considerados.

Alternativas
Q4039555 Legislação Federal

Conforme a Lei nº 11.904/2009, no âmbito da segurança de museus, cada instituição museológica deverá criar um Programa de Segurança que:

Alternativas
Q4039554 Conhecimentos Gerais

Conforme Ladkin (2004), uma Política de Gestão de Acervos tem por objetivo:

Alternativas
Q4039551 Museologia
No que se refere à acessibilidade em exposições museológicas, é essencial que: 
Alternativas
Q4039547 Legislação Federal
Conforme o Estatuto Brasileiro de Museus − Lei nº 11.904/2009, consideram-se museus: 
Alternativas
Q4039545 Ciências Humanas
É função da(o) profissional museóloga(o):
Alternativas
Q4039543 Legislação Federal
Segundo o Estatuto Brasileiro de Museus − Lei nº 11.904/2009, são considerados museus públicos:
Alternativas
Q4039535 Psiquiatria
Entre as opções abaixo, qual o conjunto de manifestações que melhor descreve a síndrome de abstinência de cannabis
Alternativas
Respostas
4561: B
4562: D
4563: E
4564: C
4565: B
4566: C
4567: D
4568: B
4569: E
4570: C
4571: A
4572: B
4573: D
4574: B
4575: A
4576: A
4577: A
4578: D
4579: A
4580: E