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Mitos e verdades sobre revisão para concursos públicos

As revisões periódicas são fundamentais para um estudo eficaz para concursos públicos e podem ser determinantes na aprovação. Porém, existem muitas técnicas utilizadas por concurseiros que nem sempre são adequadas aos estudos. Para desvendar os mitos e verdades, reunimos neste artigo os melhores métodos de revisão.

O ato de revisar o material é um item que não pode faltar em um ciclo de estudos para concursos. Não colocá-la no planejamento pode pôr em risco a preparação para as provas, já que a técnica acabará ficando para a reta final da jornada.

Por isso, é importante que os planos de estudos tenham revisões programadas por dia, administrando quanto tempo levará e de que maneira irá fazê-la.

“Para conseguir a aprovação em nove meses de estudo, eu defini os horários de estudo e cumpria todas as metas do dia”, comenta o professor e auditor da Receita Federal Diogo Moreira.

Por que revisar?

As revisões trazem diversos benefícios à preparação, como memorização, melhoria na porcentagem de acertos de questões e otimização dos estudos, além de evitar o esquecimento do que já foi estudado.

Se você não revisar, você vai esquecer. É algo que o filósofo alemão Hermann Ebbinghaus já havia mostrado em 1885 com sua teoria da curva do esquecimento. Caso não faça revisões de tempos em tempos, o assunto será esquecido e todo o estudo terá sido em vão.

A imagem acima representa a perda da retenção do conteúdo estudado após algumas horas, um dia, uma semana e um mês.

Revisões sistemáticas (24 horas/7 dias/30 dias)

As revisões sistemáticas são feitas por meio de marcações nos textos durante a leitura. O ideal é grifar o que achar mais importante, o que tiver mais dificuldade, o que a banca cobra com mais frequência ou aquelas “decorebas”. Nesse tipo de revisão, o aluno fará, basicamente, a releitura dos grifos.

Por exemplo, caso o aluno reserve 60 minutos de teoria em seu ciclo de estudos, esse tempo vai resultar em 15 minutos de revisão, relendo as marcações durante a leitura.

De acordo com Diogo Moreira, a técnica pode beneficiar mesmo aqueles que dizem aprender somente escrevendo.

“Se você fizer marcações em revisões de 24 horas, 7 ou 30 dias, você não vai sentir falta de escrever”, afirma.

Revisão de aula cheia

Este tipo de revisão é o escolhido por quem não fez marcações, resumos e questões, somente leu. Utilizando esse método, o aluno pode chegar ao final com erros em questões, resultando na releitura do conteúdo.

Além disso, a técnica pode ser ainda mais prejudicial após a publicação do edital. O candidato terá lito todo o conteúdo, mas não terá as estratégias garantidas pela revisão periódica. No pós-edital, o concurseiro deve estar apto a fazer uma revisão rápida e eficiente.

Revisões por resumos e mapas mentais

Desde que não seja a teoria inteira, qualquer conteúdo pode ser um resumo, como mapas mentais, textos ou marcações.

Não é recomendado fazer resumos escritos na primeira leitura, pois é o tipo que toma mais tempo dos estudos. Esse método é indicado para quem já está avançado nos estudos, após as etapas de leitura, marcações e resolução de questões.

“Eu chamo esse resumo de caderninho do desespero”, diz Diogo.

Já o mapa mental é ideal para matérias que exigem certa organização visual. Como é uma estratégia que requer tempo, o concurseiro que desejar utilizar o método em todas as matérias não conseguirá terminar o conteúdo a tempo das provas.

Os mapas mentais trazem diversos benefícios ao estudante, especialmente para a otimização da aprendizagem e organização do conteúdo. Muitos concurseiros adotam a técnica e há até quem comercialize os produtos.

Mapas mentais Entenda a estratégia usada pelos concurseiros

Revisão por questões

A resolução de questões é uma das etapas - ou a etapa - mais importantes no estudo para concurso. Muitos materiais integram a teoria com uma bateria de questões, funcionando como um exercício de fixação.

No entanto, o aluno pode encontrar dificuldades na periodicidade ao revisar somente por questões. Como o estudo de uma aula ou a leitura de um capítulo pode durar de uma a duas semanas, no momento em que for resolver as questões, o aluno pode esquecer algum ponto do material.

Por isso, é importante fazer uma revisão do conteúdo após a resolução de um bloco de questões. Nesse caso, é recomendado revisar os erros cometidos durante os exercícios.

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